Breaking Bad no Guarujá: polícia fecha laboratório de refino de drogas

Laboratório atribuído ao PCC para o refino de cocaína foi fechado nessa terça-feira (14/4), no Guarujá, litoral sul de São Paulo

atualizado

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Polícia Civil/Divulgação.
Foto colorida de policial analisando equipamentos de laboratório do PCC, no Guarujá, litoral sul de São Paulo.
1 de 1 Foto colorida de policial analisando equipamentos de laboratório do PCC, no Guarujá, litoral sul de São Paulo. - Foto: Polícia Civil/Divulgação.

A Polícia Civil fechou um laboratório supostamente usado pela facção Primeiro Comando da Capital (PCC) para  refino de cocaína pura, crack e drogas sintéticas, nessa terça-feira (14/4), no Guarujá, litoral sul de São Paulo. A descoberta é um desdobramento da investigação sobre o desaparecimento de Maria Eduarda Cordeiro da Silva, de 20 anos, em um tribunal do crime do PCC por suspeita de integrar o Comando Vermelho (CV). Ela está desaparecida desde 2 de janeiro.

O espaço funcionava em um prédio de dois andares vizinho a várias casas. No local, a polícia apreendeu um fuzil e substâncias químicas com capacidade de explosão em um raio de até 50 metros, segundo a polícia.

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Foto de suspeito de administrar laboratório foi encontrada em celular apreendido pela polícia.
Fuzil foi encontrado enrolado em panos, no laboratório do PCC, no Guarujá, litoral sul de São Paulo.
Policial civil analisa objetos em laboratório do PCC, no Guarujá, litoral sul de São Paulo.
Máscara usada por integrantes do PCC para ministrar substâncias foi encontrada em laboratório.
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Fuzil foi encontrado pela Polícia Civil, em laboratório do PCC, no Guarujá, litoral sul de São Paulo.
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Fuzil foi encontrado pela Polícia Civil, em laboratório do PCC, no Guarujá, litoral sul de São Paulo.

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Foto de suspeito de administrar laboratório foi encontrada em celular apreendido pela polícia.

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Fuzil foi encontrado enrolado em panos, no laboratório do PCC, no Guarujá, litoral sul de São Paulo.

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Policial civil analisa objetos em laboratório do PCC, no Guarujá, litoral sul de São Paulo.
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Policial civil analisa objetos em laboratório do PCC, no Guarujá, litoral sul de São Paulo.

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Máscara usada por integrantes do PCC para ministrar substâncias foi encontrada em laboratório.
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Máscara usada por integrantes do PCC para ministrar substâncias foi encontrada em laboratório.

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Laboratório do PCC funcionava em um prédio de dois andares, no Guarujá, litoral sul de São Paulo.
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Laboratório do PCC funcionava em um prédio de dois andares, no Guarujá, litoral sul de São Paulo.

Polícia Civil/Divulgação.

Segundo a polícia, o espaço era administrado por um integrante do PCC preso em 19 de fevereiro por envolvimento no desaparecimento de Maria Eduarda. Trata-se de Anthony Francisco Dias Moreira, o Pit. Na época, a polícia localizou uma foto em que o suspeito aparecia no laboratório carregando um fuzil com carregador estendido.

Sua capacidade de refino seria de “toneladas de drogas”, inclusive sintéticas, para distribuição “interna”, acrescentou a corporação. “É um grande prejuízo à estrutura do crime organizado. Provavelmente, eles refinavam as drogas para distribuição interna (nacional)”, afirmou o delegado Thiago Bonametti, responsável 3ª Delegacia de Homicídios, da Delegacia de Investigações Criminais (Deic) de Santos.

Outras prisões

Até o momento, três pessoas diretamente envolvidas no desaparecimento de Maria Eduarda estão presas. O mais recente foi Adailton Candido da Silva, de 33 anos, o DA7, preso na terça-feira (14/4). A investigação aponta que ele teria auxiliado na tortura e execução da vítima. A Justiça também decretou a prisão de Alexandre Barros Neves, de 50 anos, que está foragido.

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