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Polícia

MPSP pede condenação de acusado de incendiar estátua de Borba Gato

Ministério Público de SP (MPSP) pediu que Galo seja condenado a mais de 3 anos de reclusão por ter colocado fogo na estátua de Borba Gato

24/11/2022 10:26, atualizado 24/11/2022 10:31
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Reprodução/Twitter
Estátua Borba Gato em chamas

São Paulo – O Ministério Público de São Paulo (MPSP) pediu à Justiça a condenação em mais de 3 anos de reclusão do motoboy Paulo Roberto da Silva Lima, de 33 anos, conhecido como Paulo Galo, por incendiar, em 2021, a estátua de Borba Gato.

A Promotoria também solicitou para a 5ª Vara Criminal a absolvição do motorista por aplicativo Danilo Silva de Oliveira, o Biu, de 37 anos, e do motorista de caminhão Thiago Vieira Zem, de 36 anos, segundo o G1.

Os motoristas foram acusados pelos crimes de associação criminosa, adulteração de placa de veículo e corrupção de menor. Eles transportaram pneus até o monumento de homenagem ao bandeirante, mas alegam que não sabiam o que seria feito.

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Estátua em homenagem ao bandeirante Borba Gato
Paulo Lima, o ativista Paulo Galo
Paulo Lima, o Galo, líder dos Entregadores Antifascistas
Paulo Galo e esposa foram presos temporariamente suspeitos de envolvimento com o incêndio
Estátua foi incendiada por manifestantes no dia 24/7
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Estátua foi incendiada por manifestantes no dia 24/7

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Estátua em homenagem ao bandeirante Borba Gato
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Estátua em homenagem ao bandeirante Borba Gato

Foto: Reprodução/Assembleia Legislativa de SP
Paulo Lima, o ativista Paulo Galo
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Paulo Lima, o ativista Paulo Galo

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Paulo Lima, o Galo, líder dos Entregadores Antifascistas
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Paulo Lima, o Galo, líder dos Entregadores Antifascistas

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Paulo Galo e esposa foram presos temporariamente suspeitos de envolvimento com o incêndio
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Paulo Galo e esposa foram presos temporariamente suspeitos de envolvimento com o incêndio

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Incêndio na estátua de Borba Gato

Em 24/7/21, viralizaram nas redes sociais vídeos e fotos da estátua de Borba Gato sendo incendiada. Os três réus do processo respondem em liberdade, mas chegaram a ser presos na época.

O julgamento começou em agosto deste ano no Fórum Criminal da Barra Funda, na zona oeste da capital paulista. A Justiça ainda não deu a sentença do caso.

Os advogados Jacob Filho, André Lozano Andrade e Marcella Rezende defendem Paulo Galo e Biu na ação. A defesa afirmou que pedirá para a Justiça inocentar os dois.