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São Paulo

Assistido pela Apae, garoto diz que pai apagou cigarro em sua boca

Adolescente assistido pela Apae de Americana, interior de São Paulo, contou sobre episódio violento cometido pelo próprio pai

19/08/2026 14:21
Apae de Americana/Reprodução.
Foto colorida da fachada da Apae de Americana, no interior de São Paulo.

A Polícia Civil investiga caso de maus-tratos e lesão corporal a um adolescente de 16 anos assistido pela Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae) de Americana, interior de São Paulo. Na denúncia, datada da última sexta-feira (14/8), relatada à uma assistente social, o garoto afirmou que o pai apagou um cigarro em sua boca de forma intencional.

A Secretaria da Segurança Pública (SSP) confirmou nesta quarta-feira (19) que a investigação é realizada pelo 1° Distrito Policial do município. A polícia tipificou o caso em dois crimes: maus-tratos e lesão corporal, que, somados, as penas podem chegar a mais de 10 anos de reclusão.

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Inicialmente, o jovem alegou que a lesão era decorrente à picada de abelha, mas voltou atrás ao ser novamente confrontado sobre o que teria ocorrido.

Investigadores da Delegacia de Americana devem ouvir, ainda esta semana, os pais do adolescente ferido, além de funcionários da própria Apae. Colaboradores da entidade também vão ser ouvidos. A polícia quer reconstruir a dinâmica da descoberta e denúncia do crime, como a chegada do adolescente, por volta das 13 horas, e, depois, a revelação do crime cerca de 30 minutos depois.

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“Um adolescente de 16 anos relatou a agressão à uma assistente social. O caso foi registrado como maus-tratos e lesão corporal no 1° Distrito Policial de Americana. Demais detalhes serão preservados por envolver menor de idade”, reforçou nota da SSP.

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