Bebidas, cigarros e Mounjaro são apreendidos em adega no litoral de SP
O dono da adega foi preso em flagrante durante ação policial. O comércio funcionava como ponto de armazenamento e venda de produtos ilícitos
atualizado
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Uma adega no Guarujá, litoral de São Paulo, foi alvo de uma ação da Polícia Civil que resultou na prisão em flagrante do proprietário do estabelecimento e na apreensão de bebidas alcoólicas falsificadas, cigarros contrabandeados e canetas de Mounjaro sem prescrição médica ou nota fiscal.
A operação foi deflagrada, na madrugada deste sábado (2/8), por equipes do 3º Distrito Policial de Santos. O comércio, que fica localizado no bairro Jardim Boa Esperança, funcionava como ponto de armazenamento e venda de produtos ilícitos.
“Estamos diante de um caso grave, que envolve falsificação de bebidas, comércio de medicamentos sem controle e exposição da população a produtos potencialmente perigosos. Essa operação é fruto de investigação precisa e reforça o compromisso da Polícia Civil com a saúde e a segurança do cidadão”, disse ao Metrópoles a delegada Lígia Christina Villela, titular do 3º Distrito Policial de Santos.
Operação em adega no litoral:
- A adega passou a ser investigada após denúncias anônimas.
- Durante a campana, os agentes observaram movimentação suspeita de pessoas entrando e saindo do local com sacolas pretas sem identificação comercial.
- Além disso, os clientes entravam e saíam “de forma rápida e discreta” do estabelecimento.
- A equipe, então, ingressou na adega e constatou a presença de diversos produtos com indícios de ilegalidade.
No local, foram apreendidas: 13 garrafas de vodka e 21 de whisky com sinais de falsificação (tampas violadas, rótulos adulterados e ausência de selos fiscais); 35 pacotes de maços de cigarros de origem estrangeira sem comprovação fiscal; e 6 canetas de Mounjaro sem prescrição médica ou nota fiscal. Veja:
O proprietário da adega foi preso em flagrante e deve responder por falsificação de produtos medicinais, contrabando e crime contra as relações de consumo.
A Polícia Civil segue com investigações para identificar outros envolvidos, fornecedores e canais de distribuição dos produtos.
“Estamos atuando com firmeza para coibir práticas criminosas que colocam em risco a segurança e o bem-estar dos consumidores. Produtos falsificados e medicamentos controlados vendidos sem qualquer controle representam um grave risco à vida”, complementou a delegada Lígia Christina Villela.




