Após ataque ao STF, Tarcísio voltará a Brasília para articular anistia

Líder do PL na Câmara diz que governador Tarcísio de Freitas voltará a Brasília para ajudar na tramitação da anistia

atualizado

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Pablo Jacob/Governo do Estado de SP
O governador Tarcísio de Freitas durante evento organizado pelo Esfera em SP - Metrópoles
1 de 1 O governador Tarcísio de Freitas durante evento organizado pelo Esfera em SP - Metrópoles - Foto: Pablo Jacob/Governo do Estado de SP

O líder do Partido Liberal (PL) na Câmara Federal, deputado Sóstenes Cavalcante, disse que o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), voltará à Brasília, na próxima segunda-feira (15/9), para participar das articulações do Projeto de Lei da Anistia. A informação não foi confirmada pelo Palácio dos Bandeirantes.

Tarcísio foi à capital federal na semana passada para se reunir com lideranças partidárias e intensificar a pressão sobre o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos), para que ele paute o projeto da anistia.

A viagem do governador é questionada por deputados estaduais da oposição na Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp), que acusam o Tarcísio de usar verba pública para financiar um projeto de interesse pessoal.

De Brasília, Sóstenes tem afirmado que o projeto de lei será pautado no Congresso após o fim do julgamento do Supremo Tribunal Federal (STF), que termina nesta sexta-feira (5/9). O PL, que ainda não tem relator definido, deve ser levado para a próxima discussão do Colégio de Líderes.

Pedido de Impeachment da oposição

A oposição da Alesp concedeu uma entrevista coletiva, nesta quarta-feira (10/9), para anunciar o pedido de impeachment contra Tarcísio pelos ataques do governador ao STF e a articulação pela anistia irrestrita que beneficie Jair Bolsonaro (PL).

Um dos pontos explorados no pedido é a viagem para Brasília para articular a anistia e suposto uso de recursos públicos do estado para isso. Também estão no pacote as falas contra a Suprema Corte e a classificação do ministro Alexandre de Moraes como tirano. Os argumentos são usados para acusar o governador de incitar descumprimento de ordens judiciais e afronta ao Estado de Direito.

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