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Sebastião Abritta

Igo Estrela/Metrópoles

Criatividade está driblando o cenário crítico da economia no DF

Da Redação
 

Brasília vive muito além da política ou do setor público. A capital federal tem o terceiro maior mercado do país, mas ainda não se deu conta do tamanho do seu potencial. A cultura do empreendedorismo ainda engatinha por aqui. Mas, pode ser que neste ano essa história mude.

Segundo dados apurados pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), o micro e pequeno empresário que atua no comércio e serviços começou o ano de 2018 um pouco mais disposto a realizar investimentos em seus negócios.

Considerando possíveis traumas diante da crise econômica que o país enfrentou nos últimos anos, mesmo que a intenção de investimento por parte dos micro e pequenos empreendedores não seja tão significativa, a retomada lenta e gradual da economia já reflete em uma melhora no setor.

Com crise ou não, o cenário empresarial do DF tem muito a comemorar. Quem entra no ramo empreendedor de Brasília se destaca. No ano passado, 52 grandes empresas e personalidades locais mostraram, no Anuário Maiores da Capital, que movimentam a economia do DF. Há muitos empresários de qualidade na cidade que não economizam em inovação.

Aqui também tem espaço para os pequenos empreendedores. Cada região administrativa tem o seu potencial particular, que aquece toda a economia do DF. Não existe crise para enfraquecer quem tem criatividade para inovar.

No comércio, por exemplo, as lojas colaborativas estão driblando o cenário crítico da economia. É uma área do varejo que tem oferecido um espaço interessante para os pequenos empresários que não têm poder aquisitivo para grandes investimentos iniciais, além de oferecer mais segurança diante dos riscos existentes em qualquer tipo de negócio.

É preciso engrandecer as empresas do Distrito Federal, para estimular também os pequenos empresários e atrair novos empreendedores. O DF está carregado de histórias inspiradoras para impulsionar o mercado e até encorajar os que desejam empreender.

*Sebastião Abritta, diretor administrativo do Sindicato do Comércio Varejista do Distrito Federal (Sindivarejista)

 
 


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