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Negócios

Pós-Copom: Caixa e Banco do Brasil baixam juros do consignado do INSS

Segundo a Caixa Econômica Federal, a partir desta quinta-feira (3/8), a taxa do consignado do INSS cai de 1,75% para 1,7% ao mês

03/08/2023 12:28
Reprodução
Imagem colorida da fachada de uma agência da Caixa Econômica Federal concurso edital - Metrópoles

Pouco depois de o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) anunciar a redução de 0,5 ponto percentual na taxa básica de juros (Selic), para 13,25% ao ano, a Caixa Econômica Federal e o Banco do Brasil informaram que estão baixando a taxa do crédito consignado do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

No caso do Banco do Brasil, também haverá redução dos juros de outras modalidades de empréstimos.

Segundo a Caixa, a partir desta quinta-feira (3/8), a taxa do consignado do INSS cai de 1,75% para 1,7% ao mês.

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“A medida contribui com a organização das finanças dos clientes, em conjunto com as atuais ações vigentes do banco de negociação de dívidas, e para o crescimento da economia do país. Vamos proporcionar aos nossos clientes taxas justas e adequadas à realidade do país, de desenvolvimento e crescimento”, afirmou a presidente da Caixa, Maria Rita Serrano.

O Banco do Brasil, por sua vez, vai diminuir a taxa do consignado do INSS de 1,81% para 1,77% ao mês (na faixa mínima) e de 1,95% para 1,89% ao mês (na faixa máxima).

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Segundo o BB, as novas taxas estarão disponíveis a partir de sexta-feira (4/8), também para modalidades como crédito automático, salário, benefício, renovação e 13º salário.

“As reduções variam de acordo com o relacionamento com os clientes e as consultas poderão ser realizadas já no dia 4 por todos os canais de atendimento do BB”, informou o banco.

“A queda da taxa de juros está apoiada em condições positivas, construídas ao longo de todo o primeiro semestre deste ano. Elas possibilitam crédito mais barato para as famílias e para as empresas”, afirmou a presidente do banco, Tarciana Medeiros.

“Nossa redução observa boas práticas bancárias. O cenário macroeconômico favorável se soma ainda ao nosso monitoramento permanente das taxas de produtos de crédito, com o propósito de estabelecer sempre as condições mais adequadas para nossos clientes”, concluiu Medeiros.