Intenção de consumo das famílias tem leve alta em julho, diz CNC

Em relação ao mesmo período do ano passado, a intenção de consumo das famílias ficou praticamente estável, com ligeira queda de 0,1%

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Foto recortada de uma jovem carregando uma cesta de compras, em pé ao longo do corredor de produtos, fazendo compras de necessidades diárias no supermercado. Metrópoles
1 de 1 Foto recortada de uma jovem carregando uma cesta de compras, em pé ao longo do corredor de produtos, fazendo compras de necessidades diárias no supermercado. Metrópoles - Foto: Getty Images

A intenção de consumo das famílias brasileiras registrou um pequeno avanço em julho deste ano, na comparação com o mês anterior, segundo dados divulgados nesta terça-feira (22/7) pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).


O que aconteceu

  • De acordo com o levantamento (veja a íntegra aqui), a alta registrada no mês passado foi de 0,6%, puxada, principalmente, pelo crescimento da confiança em relação ao futuro profissional.
  • Já em relação ao mesmo período do ano passado, a intenção de consumo das famílias ficou praticamente estável, com ligeira queda de 0,1%.
  • Apesar de o índice ter ficado negativo na comparação anual pelo décimo mês consecutivo, a retração vem perdendo força. Em julho, o indicador ficou em 103,2 pontos, permanecendo acima da linha de otimismo de 100 pontos.

Principais destaques da pesquisa

Entre os sete subíndices que compõem o indicador, os maiores destaques positivos ficaram com perspectiva profissional (+3,7%), acesso ao crédito (+3,3%) e nível de consumo atual (+1,5%), em relação ao mesmo período do ano passado.

Na comparação com junho deste ano, perspectiva profissional, perspectiva de consumo e momento para bens duráveis registraram altas de 1,1%, 1% e 0,8%, respectivamente.

“O avanço discreto na intenção de consumo reflete uma combinação de fatores, como a percepção de melhora das condições de trabalho e o ligeiro alívio no acesso ao crédito”, explicou o presidente do Sistema CNC-Sesc-Senac, José Roberto Tadros.

“No entanto, o cenário ainda impõe certa prudência, especialmente diante da persistência do consumo moderado e da instabilidade no otimismo das famílias.”

Mercado de trabalho

Os dados da pesquisa da CNC mostram ainda que houve uma pequena melhoria na percepção das famílias brasileiras sobre o mercado de trabalho no curto prazo.

O subíndice emprego atual teve alta de 0,3% em julho. Por outro lado, na comparação com o mesmo período de 2024, houve queda de 0,9%.

A perspectiva profissional, por sua vez, manteve a trajetória de alta iniciada em junho e subiu 1,1% (em relação a junho) e 3,7% (na comparação anual).

Por renda

Na divisão por renda, aponta a CNC, as famílias com ganhos de até 10 salários mínimos foram mais otimistas, com alta de 0,8% em relação a junho e de 0,2% em 12 meses, alcançando 100,6 pontos.

As famílias com renda superior a 10 salários mínimos, por sua vez, registraram aumento de 0,1% no indicador na base mensal. Na comparação anual, houve queda de 1,7%.

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