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Negócios

Dólar recua com Haddad, Galípolo, EUA e China. Bolsa sobe

Na última sessão da semana passada, na sexta-feira (25/4), o dólar cedeu 0,08%, cotado a R$ 5,68. Ibovespa avançou para os 134,7 mil pontos

28/04/2025 09:14, atualizado 28/04/2025 15:59
CFOTO/Future Publishing via Getty Images
Imagem de notas de dólar - Metrópoles

Com a guerra comercial entre Estados Unidos e China ainda no radar dos investidores, o dólar operava em queda nesta segunda-feira (28/4), após seis recuos consecutivos frente ao real.


Dólar

  • Às 15h53, o dólar caía 0,59%, a R$ 5,653.
  • Mais cedo, às 12h22, a moeda norte-americana recuava 0,07% e era negociada a R$ 5,683.
  • Na cotação máxima do dia até aqui, o dólar bateu R$ 5,70. A mínima é de R$ 5,649.
  • Na última sessão da semana passada, na sexta-feira (25/4), o dólar cedeu 0,08%, cotado a R$ 5,68.
  • Com o resultado, a moeda dos EUA acumula perdas de 0,33% no mês e de 7,98% no ano.

Bolsa de Valores

  • O Ibovespa, principal índice da Bolsa de Valores do Brasil (B3), operava em alta nesta segunda-feira.
  • Às 15h59, o Ibovespa subia 0,01%, aos 134,7 mil pontos, praticamente estável.
  • Mais cedo, às 12h27, o indicador avançava 0,27%, aos 135,1 mil pontos.
  • No pregão de sexta-feira passada, o indicador fechou em alta de 0,12%, aos 134,7 mil pontos.
  • Com o resultado, a Bolsa brasileira acumula ganhos de 3,44% em abril e de 12,02% em 2025.

Incerteza sobre guerra comercial

As atenções dos investidores seguem voltadas ao cenário externo, com indefinições a respeito da guerra tarifária entre as duas maiores potências econômicas do mundo.

Desde a semana passada, o presidente dos EUA, Donald Trump, ensaiou uma mudança de tom em relação à guerra tarifária com a China, indicando a possibilidade de diminuição das taxas impostas sobre produtos importados de Pequim.

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O regime chinês, por sua vez, negou publicamente que haja qualquer negociação com a Casa Branca e voltou a cobrar dos EUA que coloque um ponto final na dura política tarifária contra mais de uma centena de países.

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Na Ásia, também com o foco voltado à guerra comercial entre EUA e China, os principais índices das bolsas de valores fecharam sem direção única.

Cenário doméstico

Além das preocupações com a guerra comercial, o mercado acompanha a participação do ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), e do presidente do Banco Central (BC), Gabriel Galípolo, em um evento promovido por um banco em São Paulo.

Além desse compromisso, Haddad participa nesta segunda do lançamento do 2º Leilão Eco Invest. A iniciativa tem como objetivo mobilizar recursos para recuperar 1 milhão de hectares de terras degradadas no âmbito do Programa Caminho Verde Brasil.

Além de Haddad, participam da abertura do evento a ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva (Rede), e o ministro da Agricultura, Carlos Fávaro (PSD).

Galípolo, por sua vez, terá ainda uma reunião com representantes da Associação Brasileira de Desenvolvimento (ABDE), além de um encontro com o CEO da Associação Brasileira de Bancos (ABBC), Leandro Vilain.

O chefe do BC também se reunirá com o presidente da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), Arcelio Alceu dos Santos Junior.