Confiança do consumidor tem 3ª alta seguida e é a maior desde dezembro

Alta na confiança do consumidor foi influenciada pelos dados positivos sobre a expectativa para os próximos meses e a situação atual

atualizado

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Foto recortada de uma jovem carregando uma cesta de compras, em pé ao longo do corredor de produtos, fazendo compras de necessidades diárias no supermercado. Metrópoles
1 de 1 Foto recortada de uma jovem carregando uma cesta de compras, em pé ao longo do corredor de produtos, fazendo compras de necessidades diárias no supermercado. Metrópoles - Foto: Getty Images

O Índice de Confiança do Consumidor (ICC), calculado pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (FGV Ibre), registrou alta de 1,3 ponto em novembro, segundo dados divulgados nesta segunda-feira (24/11) pela instituição.


O que aconteceu

  • Neste mês, de acordo com o levantamento da FGV, o indicador ficou em 89,8 pontos.
  • Trata-se do nível mais alto de confiança do consumidor em 11 meses, desde dezembro do ano passado.
  • Em médias móveis trimestrais, o indicador que mede a confiança do consumidor brasileiro avançou 1,2 ponto, para 88,6 pontos.

Situação atual e expectativas

De acordo com o levantamento da FGV, a alta na confiança do consumidor em setembro foi influenciada pelos dados positivos sobre a expectativa para os próximos meses e a situação atual. O Índice de Expectativas (IE) avançou 1 ponto, para 93,8 pontos.

O Índice de Situação Atual (ISA), por sua vez, registrou alta de 1,8 pontos, para 84,8 pontos – o maior nível em mais de dez anos, desde dezembro de 2014.

Análise

“A confiança do consumidor sinaliza uma trajetória de recuperação gradual ao subir pelo terceiro mês seguido. Houve melhora disseminada entre as faixas renda, tanto das percepções sobre a situação atual quanto das expectativas. No mês, destaca-se a alta do indicador que mede a percepção sobre a situação atual da economia local, que alcançou o maior nível desde o início de 2014. A melhora da confiança nos últimos meses reflete a manutenção de um mercado de trabalho forte e, principalmente, o recente alívio da inflação”, afirma a economista Anna Carolina Gouveia, economista do FGV Ibre.

“Apesar dos sinais positivos, a persistência de juros altos pode alterar essa dinâmica ao frear a economia e pelo contexto de elevado endividamento e inadimplência das famílias”, pondera Anna Carolina.

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