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Brasil cria 112,3 mil empregos formais em janeiro, acima das previsões

Número é resultado da diferença entre 2.208.030 admissões e 2.095.696 desligamentos. Indústria foi o destaque na criação de vagas

atualizado

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Igo Estrela/Metrópoles
Carteira de trabalho digital; emprego. Brasília(DF), 28/12/2023. Foto: I
1 de 1 Carteira de trabalho digital; emprego. Brasília(DF), 28/12/2023. Foto: I - Foto: Igo Estrela/Metrópoles

O Brasil criou 112.334 postos de trabalho formais, ou seja, com carteira assinada, em janeiro. O número veio acima da mediana das previsões do mercado, que apontavam para 92 mil. O saldo do mês passado foi resultado da diferença entre 2.208.030 admissões e 2.095.696 desligamentos.

Os dados foram anunciados nesta terça-feira (3/3) pelo ministro do Trabalho e Emprego (MTE), Luiz Marinho. Eles fazem parte do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged).

Dos cinco grandes grupamentos de atividades econômicas, quatro deles registraram saldos positivos: a Indústria (+54.991), os Serviços (+40.525), a Construção (+50.545) e a Agropecuária (+23.073). Em decorrência da sazonalidade pós-festas de final de ano verificou-se saldo negativo no Comércio (-56.800).

Em Janeiro/2026, foram registrados saldos positivos em 18 (dezoito) das 27 (vinte e sete) Unidades Federativas (UF), com destaque para Santa Catarina (+19.000), Mato Grosso (+18.731) e Rio Grande do Sul (+18.421). Com maiores taxas de crescimento destacaram-se Mato Grosso (1,9%), Santa Catarina (0,7%) e Goiás (0,7%).

No acumulado de 12 meses (fevereiro de 2025 a janeiro de 2026) o saldo de novos empregos com carteira assinada é de +1.228.483. Com isso, o estoque de vínculos cresceu 2,6% (de 47.349.496 para 48.577.979 de empregados).

Indústria

O maior crescimento absoluto do emprego formal ocorreu na Indústria, com 54.991 postos de trabalho (+0,6%). Destacaram-se no mês: manutenção, reparação e instalação de equipamentos (+5.667); confecção de artigos do vestuário e acessórios (+4.868); fabricação de produtos de metal, exceto Máquinas e equipamentos (+4.257).

Construção

O segundo maior gerador de postos de trabalho foi a Construção, com saldo de +50.545 empregos formais. Destacam-se: construção de edifícios (+22.714); serviços especializados para construção (+14.209); obras de infraestrutura (+13.622).

Serviços

Os Serviços registraram o terceiro maior saldo, com +40.525 postos formais de trabalho (+0,2%): principalmente pelo crescimento nas atividades de informação, comunicação e atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas (+38.395).

Agropecuária

A Agropecuária registrou saldo positivo, de +23.073 postos formais de trabalho (+1,3%): Os maiores destaques foram: cultivo da soja (-+ 9358) e de maçã (+9.045).

Comércio

O Comércio, por questões de sazonalidade, registrou redução de -56.800 postos de trabalho (-0,5%). Os maiores impactos foram: no comércio varejista de artigos do vestuário e acessórios (-18.765); no comércio varejista de calçados e artigos de viagem (-7.262).

 

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