Inscreva-se no canal MetrópolesTV no YouTube
Negócios

ANP anuncia interdição de plataforma de petróleo na Bacia de Campos

Plataforma flutuante Peregrino, operada pela Equinor e pela petrolífera Prio na Bacia de Campos, no Rio de Janeiro, foi interditada pela ANP

18/08/2025 09:52, atualizado 18/08/2025 09:53
Compartilhar notícia
Divulgação
Imagem da plataforma flutuante Peregrino, operada pela Equinor e pela petrolífera Prio, no campo de mesmo nome na Bacia de Campos, no Rio de Janeiro - Metrópoles

A Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) anunciou a interdição da plataforma flutuante Peregrino, operada pela Equinor e pela petrolífera Prio, no campo de mesmo nome na Bacia de Campos, no Rio de Janeiro.

Trata-se de uma plataforma flutuante de produção, armazenamento e transferência de petróleo. De acordo com comunicado da Prio ao mercado, a ANP elencou problemas relacionados à “documentação de gestão e análise de risco”, além da necessidade de “adequações no sistema de dilúvio”.

Ainda segundo a companhia brasileira, a Equinor (empresa da Noruega com atuação no Brasil), que possui 60% de participação no campo, já começou a fazer os ajustes necessários. A expectativa é a de que os trabalhos durem entre três e seis semanas.

Antiga PetroRio, a Prio detém 40% do campo, fatia que foi comprada em setembro do ano passado por US$ 1,9 bilhão. Em maio deste ano, a companhia anunciou a compra dos 60% da Equinor, mas a operação só será concluída após aprovação da ANP e do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade).

A transação foi avaliada em US$ 3,35 bilhões, ao todo. A produção da Prio deve aumentar dos atuais 100 mil barris de petróleo por dia para cerca de 190 mil, até 2026.

Receba no seu email as notícias de Boletim Metrópoles

Frequência de envio: Diário

Ver todas as newsletters