Trump: PL aprovado pelo Senado corrigirá erros do “sonolento” Biden

Texto aprovado no Senado retornará à Câmara para apreciar as mudanças incluídas pelos senadores. Projeto cortará U$ 1,1 trilhão em saúde

atualizado

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Imagem de Donald Trump, presidente dos Estados Unidos. Ao fundo, a bandeira do país - Metrópoles
1 de 1 Imagem de Donald Trump, presidente dos Estados Unidos. Ao fundo, a bandeira do país - Metrópoles - Foto: Scott Olson/Getty Images

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, usou sua rede Truth Social, nesta quarta-feira (2/7), para celebrar a aprovação, pelo Senado, do principal projeto de lei de política interna dos republicanos, o “One Big Beautiful Bill Act” (Grande e Belo projeto de lei, em português)”. O republicano acrescentou que a proposta, se aprovada, corrigirá os erros de Joe Biden.

“Ninguém quer falar sobre crescimento, que será a principal razão pela qual o Projeto de Lei Grande e Bonito será uma das leis mais bem-sucedidas já aprovadas. Este crescimento já começou em níveis nunca vistos antes. Trilhões de dólares estão sendo investidos nos EUA, mais do que nunca. Da mesma forma, centenas de bilhões de dólares em tarifas estão enchendo os cofres do Tesouro”, escreveu Trump.

Segundo Trump, o dinheiro das tarifas chegou e está estabelecendo novos recordes. Em tom acusatório, o presidente afirma que o projeto corrigirá medidas do ex-presidente democrata Joe Biden, a quem chamou de “sonolento”.

“Estamos crescendo para sair da confusão do Joe Biden Sonolento, que ele e os Democratas nos deixaram, e isso está acontecendo muito mais rápido do que qualquer um imaginava ser possível”, alegou Trump.


Novidade na versão do projeto de lei inclusas pelo Senado

  • Prolongar grandes cortes de impostos: o “Grande e Lindo Projeto de Lei” resgata a Lei de Cortes de Impostos e Empregos sancionada por Trump em 2017. A medida aumenta a dedução padrão em US$ 1 mil para indivíduos, US$ 1,5 mil para chefes de família e US$ 2 mil para casais até 2028.
  • Redução de impostos sobre gorjetas ou horas extras: o projeto de lei prevê uma série de novas isenções fiscais, mas apenas enquanto Trump for presidente. Os contribuintes poderão deduzir a renda proveniente de gorjetas e horas extras, além de juros sobre empréstimos para a compra de carros montados nos Estados Unidos.
  • Dinheiro para deportações em massa e fortificações na fronteira: o Serviço de Imigração e Alfândega (ICE) receberá US$ 45 bilhões para centros de detenção, US$ 14 bilhões para operações de deportação e bilhões de dólares a mais para contratar mais 10 mil novos agentes até 2029. Além disso, o projeto de lei aloca mais de US$ 50 bilhões para a construção de novas fortificações na fronteira.
  • Cortes no Medicaid de US$ 1 trilhão. O Medicaid, que oferece assistência médica a americanos pobres e com deficiência, e o Programa de Assistência Nutricional Suplementar (Snap), que ajuda as pessoas a comprar alimentos.
  • Cortes na energia verde: o projeto de lei eliminará, gradualmente, incentivos fiscais criados pelo Congresso durante a presidência de Joe Biden, com o objetivo de incentivar consumidores e empresas a usar veículos elétricos e outras tecnologias de energia limpa.
  • Aumentar o teto da dívida: o projeto de lei aumentará a autoridade do governo dos EUA para tomar empréstimos, conhecida como limite da dívida, em US$ 5 trilhões. O secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, previu que o governo atingirá o limite até agosto, momento em que poderá entrar em default e desencadear uma crise financeira.

O Senado norte-americano aprovou, nessa terça-feira (1º/7), o texto com alterações. Diante disso, o projeto de lei voltará para a Câmara para aprovação final. Posteriormente, seguirá para sanção presidencial.

“Nosso país fará uma fortuna este ano, mais do que qualquer um de nossos concorrente, mas somente se o Projeto de Lei Grande e Bonito for aprovado. Como dizem, Trump estava certo sobre tudo, e esta é a mais fácil de todas de prever”, destacou Trump.

O presidente pediu maior empenho dos republicanos para que eles “não deixem os democratas da esquerda radical pressioná-los. Temos todas as cartas e vamos usá-las. No ano passado, a América era uma nação ‘morta’, sem esperança para o futuro, e agora é a nação mais quente do mundo”.

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