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Trump diz acreditar que Ali Khamenei morreu em ataque ao Irã. Siga no YouTube

Trump afirmou acreditar que informação sobre morte de Khamenei “esteja correta” após Netanyahu falar em “sinais”

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World Economic Forum / Benedikt von Loebell
Donald Trump durante discurso no Fórum Econômico Mundial, em Davos, na Suíça --- EUA planeja invasão de até duas semanas no Irã, diz jornal
1 de 1 Donald Trump durante discurso no Fórum Econômico Mundial, em Davos, na Suíça --- EUA planeja invasão de até duas semanas no Irã, diz jornal - Foto: World Economic Forum / Benedikt von Loebell

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou acreditar que “esteja correta” a informação de que o líder supremo do Irã, Ali Khamenei, morreu durante os ataques coordenados pela Casa Branca e Israel.

Em declaração à TV NC News, Trump declarou que “acreditamos que esta informação esteja correta” ao comentar os relatos sobre a suposta morte de Khamenei.

“A maior parte das pessoas que tomam as decisões [no Irã] já se foram”, afirmou o chefe da Casa Branca.

A informação de que o líder iraniano teria morrido no ataque foi divulgada pelo primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, que disse ter “sinais” sobre o óbito de Khamenei.

Em pronunciamento à população, o premiê afirmou haver “vários sinais” de que o aiatolá “não está mais entre nós”. Netanyahu também reforçou que a operação contra o Irã “continuará enquanto for necessário”.

Segundo a agência de notícias Reuters, uma autoridade de alto escalão do governo israelense, sob condição de anonimato, afirmou que Khamenei está morto e que o corpo do líder supremo já teria sido encontrado. As autoridades iranianas negam a morte.

À emissora ABC News, o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Irã, Esmaeil Baghaei, afirmou que Khamenei e o presidente Masoud Pezeshkian estão “sãos e salvos”.

Ataques anteriores

O último ataque registrado dos EUA e de Israel contra o Irã havia ocorrido em junho do ano passado. Como resposta oficial, o Irã afirmou ter atingido 14 bases militares dos EUA na região, incluindo nos Emirados Árabes Unidos, Catar, Bahrein, Kuwait e Arábia Saudita. Jordânia e Iraque também foram mencionados entre os países afetados.

Uma pessoa morreu após ser atingida por destroços em uma área residencial de Abu Dhabi, nos Emirados Árabes Unidos.

A nova ofensiva ocorre após o fim das negociações entre EUA e Irã na sexta-feira (27/2), quando não houve avanço para o desmantelamento do programa nuclear iraniano. Na ocasião, Trump afirmou que “não estava feliz” com o progresso das conversas, que teriam nova rodada na semana seguinte — agora, não há indicativos de retomada do diálogo.

Número de mortos

O porta-voz do Crescente Vermelho iraniano, Mojtaba Khaledi, afirmou que, até o momento, 201 pessoas morreram nos ataques. As informações foram divulgadas pela mídia estatal iraniana.

Segundo a imprensa local, outras 747 pessoas ficaram feridas, de acordo com o Crescente Vermelho. Além disso, 24 das 31 províncias do país foram atingidas pelos bombardeios.

Embora não haja detalhamento oficial das vítimas, veículos iranianos informaram que, entre os mortos, estaria Zahra Haddad-Adel, nora do líder supremo do Irã, Ali Khamenei, além de outros integrantes ligados ao círculo familiar do regime. Até o momento, contudo, não há confirmação oficial dessas mortes.

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