Talibã diz que crise na Ucrânia "pede diálogo e resolução pacífica"
Em comunicado, o grupo afirmou estar "monitorando de perto" o conflito e expressou preocupação com "possíveis casualidades civis"

Em nota divulgada nesta sexta-feira (25/2), o Talibã, grupo fundamentalista islâmico conhecido pela sua violência, pediu que a crise na Ucrânia fosse resolvida por meio de “diálogo e resoluções pacíficas”.
O grupo, que tomou o comando total do Afeganistão em agosto de 2021, disse que estava “monitorando de perto” a situação e expressou preocupação pela “possibilidade de casualidades envolvendo civis”.
“O Emirado Islâmico do Afeganistão pede a contenção das duas partes. Todos os lados precisam desistir de defender posicionamentos que podem intensificar a violência”, disse o comunicado publicado pelo porta-voz do Ministério de Relações Exteriores Abdul Qahar Balkhi.
Statement concerning crisis in #Ukraine pic.twitter.com/Ck17sMrAWy
— Abdul Qahar Balkhi (@QaharBalkhi) February 25, 2022
Como outras nações, o Talibã disse estar preocupado, também, com o próprio povo afegão que reside no país atacado, incluindo jovens estudantes.
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O conflito europeu iniciou o segundo dia nesta sexta com ataques russos aéreos na capital Kiev, com mais de 100 mortes até o momento, de acordo com autoridades ucranianas.

























