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Mundo

Rússia acusa EUA de atuar no ataque ao Kremlin para tentar matar Putin

Moscou alega que a Ucrânia usou dois drones para atacar o Palácio do Kremlin, local da residência oficial do presidente Vladimir Putin

04/05/2023 10:18, atualizado 04/05/2023 10:19
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Contributor/Getty Images
Putin impõe lei marcial nas quatro regiões anexadas na Ucrânia. Na foto, ele discursa diante de microfones, usando terno, com duas bandeiras da Rússia atrás - Metrópoles

A Rússia acusou o governo dos Estados Unidos de estar por trás do ataque com drones ao Kremlin, com o objetivo de matar o presidente Vladmir Putin. A declaração, nesta quinta-feira (4/5), veio acompanhada de uma reação russa com o bombardeamento de várias cidades ucraninas, entre elas, a capital Kiev.

O governo da Rússia afirma que a Ucrânia usou drones para atacar o Kremlin, sede oficial do governo onde está localizada a residência do presidente Vladimir Putin. Segundo a imprensa presidencial russa, o líder do Executivo não ficou ferido e não houve danos materiais aos edifícios.

O porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, defendeu que “as decisões sobre tais ataques terroristas são tomadas em Washington”, e que a Ucrânia “apenas implementa essas decisões”.

“Washington está definitivamente por trás deste ataque, estamos cientes disso”, afirmou.

O porta-voz do Conselho de Segurança dos EUA, John Kirby, negou qualquer participação no suposto ataque e disse que trata-se de “apenas uma mentira”. “Não tivemos nada a ver com isso”, declarou à imprensa. Os ucranianos também negam envolvimento no incidente.

O país está em conflito com a Ucrânia há mais de um ano. Até o momento, a Rússia continua promovendo a guerra e não dá sinais de uma possível trégua.

Mais cedo, vídeo com os supostos ataques viralizaram no Telegram e nas redes sociais. Nas imagens, é possível ver um objeto atingir o teto do Palácio do Kremlin e, logo em seguida, uma explosão. No local, se formou uma nuvem de fumaça branca.

Confira o susposto ataque: