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Mundo

Putin se reúne com Dilma Rousseff durante cúpula dos Brics na Índia

Encontro entre Dilma Rousseff e Vladimir Putin aconteceu na esteira da cúpula de chefes de Estado dos Brics na Índia

11/09/2026 17:20
Divulgação/Kremlin
Imagem colorida mostra Vladimir Putin e Dilma Rousseff - Metrópoles

A presidente do Novo Banco de Desenvolvimento (NBD), Dilma Rousseff, se reuniu com o líder da Rússia, Vladimir Putin, na Índia, O encontro aconteceu nesta sexta-feira (11/9), na esteira da cúpula de chefes de Estado dos Brics, a ser realizada na capital Nova Déli.

No encontro, o presidente russo voltou a elogiar o trabalho de Dilma à frente da instituição financeira dos Brics, e classificou como “significativa” a contribuição do banco para a organização.

“O banco está trabalhando com energia e dando uma contribuição significativa para o desenvolvimento da organização”, disse Putin durante encontro com Dilma. “Está expandindo suas atividades em áreas chave. Estamos muito satisfeitos que um instrumento como esse tenha sido criado no momento certo”.

No encontro, a ex-presidente do Brasil chamou de “crucial” a participação da Rússia no NDB. Segundo Dilma, a cooperação russa com o banco dos Brics é importante para o “fortalecimento do sul global”.

Dilma chefia o Novo Banco de Desenvolvimento desde 2023. Em março do último ano, seu mandato à frente da instituição foi renovado por mais cinco anos — em uma escolha que contou com o apoio pessoal do presidente da Rússia.

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Putin cumpre agenda oficial na Índia desde a madrugada desta sexta. O mandatário russo participará da cúpula de líderes dos Brics no país, que neste ano não contará com a participação do presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva.

Essa é a primeira vez que o mandatário russo se reúne com lideranças dos países fundadores do bloco — China, Brasil e Índia — desde 2024.

Alvo de um mandado de prisão internacional emitido pelo Tribunal Penal Internacional (TPI), Putin tem enfrentado restrições em viagens internacionais devido ao risco de ser preso. A Índia, contudo, não reconhece a jurisdição da Corte e, portanto, não possuí obrigação de cumprir a ordem.

O presidente russo é acusado de crimes de guerra na Ucrânia e deportação ilegal de crianças ucranianas.