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Mundo

Primeiro epicentro da Covid-19, Wuhan encerra isolamento

A partir desta terça-feira (07/04), os 11 milhões de moradores da região podem sair e entrar na cidade sem autorização

07/04/2020 18:19, atualizado 07/04/2020 18:21
HONG KONG, CHINA - FEBRUARY 11: Officials wearing protective gear sit guard outside an entrance to the Hong Mei House residential building at Cheung Hong Estate in the Tsing Yi district, on February 11, 2020 in Hong Kong, China. (Photo by Billy H.C. Kwok/Getty Images)
Primeiro epicentro da Covid-19, Wuhan encerra isolamento

O confinamento de Wuhan, na China, acabou depois de 11 semanas. A partir desta terça-feira (07/04), as autoridades vão permitir que os 11 milhões de moradores da região, primeiro epicentro da Covid-19, saiam e entrem na cidade sem autorização.

Para isso, o governo estipulou uma regra: os cidadãos precisam instalar um aplicativo no telefone que carrega dados sobre a saúde e que controla os movimentos.

A decisão deixou os chineses aliviados e um espetáculo de luzes marcou a ocasião. Muitos, no entanto, saíram de casa usando máscaras de proteção para evitar um novo surto.

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Coronavírus na China

Pela primeira vez desde o início da pandemia de coronavírus, a China, primeiro epicentro da doença no mundo, passou 24h sem o registro de qualquer nova morte pela Covid-19. O boletim foi divulgado pelas autoridades chinesas já na manhã de terça-feira (07/04) no país asiático, ainda noite de segunda-feira (06/04) no Brasil.

No balanço, a China registrou apenas 32 novos casos de coronavírus, mas todos eles de pessoas que viajaram para o país, o seja, diagnósticos “importados”, sem transmissão comunitária.

Com a boa notícia, o número de mortes no país segue em 3.212.

O país soma até agora 81.740 casos desde o surgimento dos primeiros registros – 77.167 pacientes diagnosticados foram curados, assinala o último boletim. A província de Hubei, epicentro inicial da epidemia, onde se localiza Wuhan, cidade de 11 milhões de habitantes que virou sinônimo do coronavírus, tem 518 doentes com o vírus hoje – dos quais 184 estão em estado grave (181 deles, em Wuhan).