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Mundo

Preso nos EUA, Maduro pede união nacional após terremotos na Venezuela

Mensagem foi divulgada nas redes sociais de Maduro, preso nos EUA desde janeiro. "Sairemos fortes, com fé, disciplina e solidariedade"

25/06/2026 02:37
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O presidente deposto da Venezuela, Nicolás Maduro, enviou uma mensagem ao povo venezuelano após os dois terremotos que atingiram o país nesta quarta-feira (24/6). 

“Nesta hora difícil, clamamos pela união nacional, pela serenidade e pelo amor concreto: ajudar, proteger, compartilhar, erguer e reconstruir. A Venezuela já enfrentou grandes provações e desta também sairemos fortes, com fé, disciplina e solidariedade. Nosso coração e nossas orações estão com vocês”, disse.

Na mensagem, ele pede orações pelos feridos e apoio às equipes de resgate. “Hoje a palavra é uma só: máxima união, máxima solidariedade e máxima ação. Que ninguém fique sozinho, que cada comunidade cuide de suas crianças, de seus avós, de seus enfermos, e que todos nós acompanhemos o trabalho das equipes de resgate, PNB, FANB, defesa civil, médicos, bombeiros, trabalhadores e voluntários”, destacou.

A mensagem foi divulgada nas redes sociais de Maduro e assinada por ele e pela esposa, Cilia Flores. Os dois estão detidos nos Estados Unidos desde janeiro, quando foram capturados pelo exército norte-americano em uma ação no país.

Maduro foi indiciado por uma Corte de Nova York pelos crimes de narcoterrorismo, conspiração para o tráfico de cocaína e posse de armas pesadas.

Terremoto na Venezuela

Dois tremores principais foram registrados no país, um de magnitude 7,2 e outro de 7,5, com epicentros separados por apenas 5 km de distância, no norte do país. Os terremotos foram sentidos em diferentes regiões venezuelanas, incluindo a capital Caracas, além de localidades da Colômbia.

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Agência dos Estados Unidos estima ao menos 10 mil mortos após terremotos na Venezuela
Socorristas tentam retirar sobreviventes dos escombros
Milhares de pessoas foram para as ruas de Caracas, após os terremotos
Sobreviventes em busca de informações na Venezuela
Correria nas ruas de Caracas, após terremotos na Venezuela
Terremotos de magnitude 7,2 e 7,5 atingiram a Venezuela nesta quarta (24/6)
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Terremotos de magnitude 7,2 e 7,5 atingiram a Venezuela nesta quarta (24/6)

Foto: Edilzon Gamez/Getty Images
Agência dos Estados Unidos estima ao menos 10 mil mortos após terremotos na Venezuela
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Agência dos Estados Unidos estima ao menos 10 mil mortos após terremotos na Venezuela

Edilzon Gamez/Getty Images
Socorristas tentam retirar sobreviventes dos escombros
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Socorristas tentam retirar sobreviventes dos escombros

Jesus Vargas/Getty Images
Milhares de pessoas foram para as ruas de Caracas, após os terremotos
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Milhares de pessoas foram para as ruas de Caracas, após os terremotos

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Sobreviventes em busca de informações na Venezuela
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Sobreviventes em busca de informações na Venezuela

Foto: Jesus Vargas/Getty Images
Correria nas ruas de Caracas, após terremotos na Venezuela
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Correria nas ruas de Caracas, após terremotos na Venezuela

Reprodução/Redes sociais
Prédios inteiros foram derrubados após terremotos na Venezuela
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Prédios inteiros foram derrubados após terremotos na Venezuela

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Teto do aeroporto de Caracas desabou
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Teto do aeroporto de Caracas desabou

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Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS)

Na madrugada desta quinta-feira (25/6), a presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, confirmou 32 mortes e mais de 700 feridos, atendidos em hospitais públicos e particulares. 

Uma projeção do Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS) indica, contudo, um número bem maior de vítimas. Segundo a estimativa,  os terremotos podem provocar um grande número de mortes e danos extensos. Em uma avaliação preliminar divulgada após os abalos, a agência estimou que o número de mortos possa ficar entre 10 mil e 100 mil.

“É provável que haja um alto número de vítimas e danos extensos, e é provável que o desastre seja generalizado”, informou a agência norte-americana em sua análise inicial.