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Mundo

Trump sobre terremotos na Venezuela: "Primeiras informações não são boas"

Donald Trump afirma ter mobilizado agências federais para resposta rápida após terremotos que deixaram vítimas em regiões da Venezuela

25/06/2026 01:07
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Win McNamee/Getty Images
Donald Trump

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta quarta-feira (24/6) que seu governo está preparado para auxiliar a Venezuela após os dois fortes terremotos que atingiram o país sul-americano.

Em publicação nas redes sociais, Trump classificou a tragédia como devastadora e disse já ter determinado que as agências federais norte-americanas se preparem para uma resposta emergencial.

“Os dois grandes terremotos que acabaram de atingir o maravilhoso povo da Venezuela são de enorme magnitude e causaram um número devastador de mortes”, escreveu.

O republicano afirmou que os Estados Unidos estão prontos para prestar assistência humanitária e colaborar com os esforços de socorro às vítimas. “Os EUA estão prontos, dispostos e aptos a ajudar. Já instruí todas as agências do nosso governo a se prepararem para agir rapidamente”, declarou.

Trump também destacou a disposição de Washington em trabalhar junto ao novo governo venezuelano durante a crise.“Estaremos ao lado de nossos novos e grandes amigos. Os primeiros relatos não são nada animadores”, acrescentou.

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Agência dos Estados Unidos estima ao menos 10 mil mortos após terremotos na Venezuela
Socorristas tentam retirar sobreviventes dos escombros
Milhares de pessoas foram para as ruas de Caracas, após os terremotos
Sobreviventes em busca de informações na Venezuela
Correria nas ruas de Caracas, após terremotos na Venezuela
Terremotos de magnitude 7,2 e 7,5 atingiram a Venezuela nesta quarta (24/6)
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Terremotos de magnitude 7,2 e 7,5 atingiram a Venezuela nesta quarta (24/6)

Foto: Edilzon Gamez/Getty Images
Agência dos Estados Unidos estima ao menos 10 mil mortos após terremotos na Venezuela
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Agência dos Estados Unidos estima ao menos 10 mil mortos após terremotos na Venezuela

Edilzon Gamez/Getty Images
Socorristas tentam retirar sobreviventes dos escombros
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Socorristas tentam retirar sobreviventes dos escombros

Jesus Vargas/Getty Images
Milhares de pessoas foram para as ruas de Caracas, após os terremotos
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Milhares de pessoas foram para as ruas de Caracas, após os terremotos

Jesus Vargas/Getty Images
Sobreviventes em busca de informações na Venezuela
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Sobreviventes em busca de informações na Venezuela

Foto: Jesus Vargas/Getty Images
Correria nas ruas de Caracas, após terremotos na Venezuela
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Correria nas ruas de Caracas, após terremotos na Venezuela

Reprodução/Redes sociais
Prédios inteiros foram derrubados após terremotos na Venezuela
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Prédios inteiros foram derrubados após terremotos na Venezuela

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Teto do aeroporto de Caracas desabou
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Teto do aeroporto de Caracas desabou

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Trump sobre terremotos na Venezuela: “Primeiras informações não são boas” - imagem 9
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Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS)

EUA já mobilizaram equipes de resposta


Pouco antes das manifestações do governo norte-americano, a presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, decretou estado de emergência nacional.

Durante pronunciamento transmitido pela televisão estatal, ela confirmou a ocorrência de mortes, embora sem divulgar um balanço oficial de vítimas. Rodríguez também anunciou a suspensão das aulas, a interrupção temporária do metrô e do sistema ferroviário e a mobilização das equipes de resgate para as áreas mais afetadas.

Segundo a líder venezuelana, os terremotos provocaram desabamentos de prédios e residências, além de falhas em serviços públicos em diferentes regiões do país.

Dois terremotos em 39 segundos

De acordo com o Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS), o primeiro terremoto ocorreu próximo à cidade de San Felipe, com magnitude 7,2 e profundidade de 21,9 quilômetros. Apenas 39 segundos depois, um segundo abalo, ainda mais forte, atingiu a região de Yumare, alcançando magnitude 7,5.

Por terem ocorrido em baixa profundidade, os tremores foram sentidos em uma ampla área do norte da América do Sul e do Caribe, incluindo diversas regiões da Venezuela e cidades da Colômbia.

Em avaliação preliminar, o USGS alertou para a possibilidade de um desastre de grandes proporções. Segundo a agência, há 44% de probabilidade de que o número de mortos fique entre 10 mil e 100 mil pessoas e 33% de chance de que as vítimas fatais ultrapassem a marca de 100 mil.