Premiê da Hungria defende Bolsonaro após condenação: “Perseguição”

Premiê da Hungria, Viktor Orbán, diz que o caso contra o ex-presidente Jair Bolsonaro “não é Justiça”, mas “uma caça às bruxas política”

atualizado

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1 de 1 Imagem colorida mostra o premiê da Hungria, Viktor Orbán - Metrópoles - Foto: Beata Zawrzel/NurPhoto via Getty Images

O primeiro-ministro da Hungria, Viktor Orbán, voltou a defender o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), condenado a 27 anos e três meses de prisão pelo Supremo Tribunal Federal (STF). A manifestação do político húngaro aconteceu no sábado (13/9).

Em publicação no X, Orbán alegou que líderes conservadores estão sendo “esmagados” pela Justiça, e prometeu ficar ao lado do ex-mandatário brasileiro.

“Em todo mundo, a esquerda está usando os tribunais como arma para esmagar líderes conservadores”, disse o premiê da Hungria. “Agora punido com 27 anos de prisão, o caso contra o presidente Jair Bolsonaro não é Justiça, é uma caça às bruxas política. Estamos com ele contra essa perseguição antidemocrática”.

Esta não é a primeira vez que Orbán presta solidariedade a Bolsonaro. Em julho, o premiê da Hungria pediu que o ex-presidente brasileiro continuasse “lutando”, e classificou o processo judicial como “ferramenta de medo, não de Justiça”. 

Relação entre Bolsonaro e Orbán

Bolsonaro cultivou boas relações com Orbán enquanto esteve na Presidência do Brasil. Por isso, o ex-capitão do Exército chegou a se abrigar na embaixada da Hungria em Brasília, no último ano, após a Polícia Federal (PF) apreender seu passaporte.

Na época, a estadia foi vista como uma tentativa de fugir da Justiça e de investigações criminais que culminaram em sua condenação no STF. 

Após a manifestação de Orbán, o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL) fez agradecimentos ao premiê da Hungria.

Dos Estados Unidos, onde articula retaliações contra o Brasil e autoridades ligadas ao julgamento do próprio pai, o parlamentar negou que Bolsonaro tenha qualquer ligação com os atos golpistas de 8 de janeiro de 2023.

“Permaneceremos unidos e fortes nesta luta pela liberdade, que não é uma corrida de 100 metros, mas uma maratona”, disse Eduardo em um dos trechos do comunicado divulgado no X.

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