Petro diz que bomba encontrada na fronteira é do Exército equatoriano

Gustavo Petro declara que bomba encontrada na fronteira é do Exército equatoriano e cita 27 mortos, enquanto pede ajuda de Trump

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Bomba encontrada na fronteira entre Colômbia e Equador - Metrópoles
1 de 1 Bomba encontrada na fronteira entre Colômbia e Equador - Metrópoles - Foto: Reprodução/Redes sociais

O presidente da Colômbia, Gustavo Petro, afirmou, nesta quarta-feira (18/3), que a bomba encontrada próxima à fronteira com o Equador pertence ao Exército do país vizinhos, aprofundando a crise entre as duas nações.

Em publicação nas redes sociais, Petro disse que a investigação continua e que o governo emitirá uma nota formal de protesto diplomático.

A declaração ocorre após um episódio violento na terça-feira (17/3), quando pelo menos 27 corpos foram encontrados carbonizados na área de fronteira. Segundo Petro, os bombardeios não partiram de forças colombianas nem de grupos armados ilegais, que, segundo ele, não possuem capacidade aérea.

“O fato de a bomba ter sido arrastada indica que foi lançada de uma aeronave voando baixo”, escreveu o presidente, acrescentando que o artefato não poderia ter sido deslocado por civis devido ao peso e à geografia da região, próxima ao rio que divide os dois países.

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Gustavo Petro declara que bomba encontrada na fronteira é do Exército equatoriano e cita 27 mortos, enquanto pede ajuda de Trump
O presidente da Colômbia, Gustavo Petro
Gustavo Petro é presidente da Colômbia desde 2022
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Gustavo Petro é presidente da Colômbia desde 2022

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O presidente da Colômbia, Gustavo Petro
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O presidente da Colômbia, Gustavo Petro

Sebastian Barros/Long Visual Press/Universal Images Group via Getty Images

Do outro lado, o presidente equatoriano, Daniel Noboa, negou as acusações e afirmou que as operações militares ocorreram exclusivamente dentro do território equatoriano, com foco em grupos criminosos ligados ao narcotráfico.

Noboa declarou que o país está conduzindo uma ofensiva contra o que chamou de “narcoterrorismo”, com apoio internacional, e que não recuará nas ações de segurança.


Crise diplomática e comercial


Apelo a Trump

Diante da crise, Petro afirmou ter solicitado a intervenção do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, pedindo que ele entre em contato com Noboa para conter a escalada.

O episódio ocorre no contexto de uma ofensiva militar lançada pelo Equador com apoio dos EUA para combater cartéis de drogas.

A operação mobiliza cerca de 75 mil militares e integra a aliança regional conhecida como “Escudo das Américas”, iniciativa voltada ao enfrentamento de ameaças à segurança no continente.

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