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Peru: jornalista candidata a governadora, Susy Aponte é assassinada a tiros

Conhecida como “La China Polo”, a candidata pelo partido Socios por Áncash foi morta durante ato de campanha

Reprodução
Peru: jornalista candidata a governadora, Susy Aponte é assassinada a tiros

A jornalista e candidata ao governo regional de Áncash, Susy Isabel Aponte Polo, de 43 anos, foi assassinada a tiros, nesse sábado (19/9), durante ato de campanha eleitoral no distrito de Caraz, província de Huaylas, no Peru.

Conhecida como “La China Polo”, a candidata pelo partido Socios por Áncash liderava uma comitiva nesse sábado, por volta das 12h40 (horário local). O ataque ocorreu na Avenida Ramón Castilla, em frente à instituição financeira Caja Huancayo e nas imediações do mercado local, onde a equipe distribuía material informativo aos munícipes.

Segundo os registos do boletim de ocorrência, a comitiva foi surpreendida por um indivíduo armado que se aproximou da candidata e efetuou vários disparos à queima-roupa. A investida causou pânico no local e deixou Susy Aponte gravemente ferida, atingindo também cinco apoiadoes que a acompanhavam no momento da ação.

O atirador fugiu após os disparos, desencadeando a mobilização das forças de segurança. Socorristas e agentes policiais deslocaram-se ao local para prestar os primeiros socorros e transportar as vítimas para o Hospital San Juan de Dios, em Caraz.

Apesar dos cuidados, “La China Polo” não resistiu à gravidade dos ferimentos e a morte foi confirmada ainda no local. Os outros cinco membros da comitiva atingidos pelos disparos deram entrada na unidade hospitalar, onde permanecem sob cuidados médicos e sob observação.

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Suspeito preso

Na sequência das diligências operacionais na região, a polícia prendeu um homem de nacionalidade venezuelana, identificado como Luis Obispo Díaz, de 32 anos. O suspeito foi colocado sob custódia policial após ter sido encontrada em sua posse uma pistola durante a revista de rotina efetuada pelas autoridades.

O crime gerou imediata comoção e repúdio no meio político regional, levando o seu aliado Valentín Fernández a manifestar devastação pelo homicídio.

Fernández exigiu às instâncias competentes uma investigação célere, independente e exaustiva para apurar as circunstâncias exatas do atentado e punir exemplarmente todos os responsáveis envolvidos na morte da jornalista, que se destacara anteriormente pelas suas investigações sobre corrupção nas forças policiais, no Ministério Público e na administração local.