Perdões presidenciais: Trump escolhe de artistas a ex-gângsteres. Veja
A lista de perdões pressidenciais emitida, até agora, por Donald Trump contém nomes condenados por crimes graves

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump assinou, nessa quarta-feira (28/5), uma série de ordens que garantem o perdão presidencial a figuras polêmicas. Os perdões vão desde um líder de gangue que construiu uma poderosa empresa criminosa a um governador de Connecticut deposto após escândalo de corrupção.
Trump concedeu alívios de pena a pelo menos 11 pessoas cujos crimes abrangeram décadas e incluíram sonegação fiscal e extorsão, segundo revelou o jornal Washington Post.
De acordo com uma fonte do governo, os beneficiários do perdão têm condenações por crimes graves e poderiam receber uma série de benefícios, incluindo a restauração do direito ao voto e a libertação da prisão.
Perdoados
Trump, desde que retornou à Casa Branca, tem emitido uma série de indultos, em uma ampla campanha, sob oargumento de recalibrar um sistema de justiça que ele considera corrupto e que, segundo ele, o persegue politicamente. Diante disso, muitos dos perdoados por Trump foram condenados por crimes semelhantes às acusações contra ele ou aos seus negócios familiares.
Entre no canal de WhatsApp do MetrópolesTrump perdoou:
- um ex-oficial do Exército dos EUA considerado culpado por se recusar a seguir as medidas de segurança contra o coronavírus;
- um casal que admitiu ter empregado conscientemente um criminoso em sua seguradora;
- um popular artista de hip-hop, NBA YoungBoy, condenado por porte ilegal de arma;
- o ex-líder dos Gangster Disciples Larry Hoover;
- o ex-congressista Michael Grimm, de Nova York, que cumpriu sete meses de prisão por fraude fiscal e foi solto em 2016; e
- o ex-congressista John Rowland, de Connecticut, que se tornou governador do estado, condenado duas vezes por acusações relacionadas à corrupção: uma vez por aceitar presentes e melhorias ilegais em sua casa particular de contratantes estaduais enquanto era governador; e por violar as leis de financiamento de campanha.



