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Pentágono libera nova foto de suposto "balão espião" chinês

O Pentágono divulgou, nesta quinta-feira (23/2), nova foto do suposto "balão espião" chinês, antes de derrubar o objeto voador

Mariana Andrade23/02/2023 16:48, atualizado 23/02/2023 18:19
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Reprodução/US AIR FORCE
Balão chinês - Metrópoles

O Pentágono, sede do Departamento de Defesa dos Estados Unidos (EUA), divulgou, nesta quinta-feira (23/2), uma nova imagem do suposto “balão espião” chinês, enquanto sobrevoava o continente central dos EUA.

De acordo com o perfil do Comando de Combate Áereo, o balão foi fotografado por um piloto do U-2, da Base Aérea de Beale, um dia antes de ser abatido em 4 de fevereiro pelas forças áereas norte-americanas.

Na última sexta-feira (17/2), o Pentágono anunciou que as forças navais norte-americanas recuperaram todos os restos do balão que estavam no Atlântico.

O governo chinês confirmou que o balão é de propriedade chinesa, porém, nega que o objeto seja aparato de espionagem ou vigilância.

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Estados Unidos resgata resto de balão chinês
Estados Unidos resgata resto de balão chinês
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Estados Unidos resgata resto de balão chinês

Ryan Seelbach/U.S. Navy via Getty Images
Estados Unidos resgata resto de balão chinês
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Estados Unidos resgata resto de balão chinês

Reprodução/Redes sociais

Mais de duas semanas após a derrubada do suposto “balão espião”, o Pentágono compartilha a imagem do objeto voador que instaurou uma crise diplomática entre a China e os EUA.

Ambos os países reportaram a presença de mais objetos voadores não identificados (OVNIs) em seus territórios áereos. A China contabilizou mais de 10, já os EUA derrubou mais três.

Um dos OVNIs derrubados pela força áerea norte-americana sobrevoava o Alasca, em 10 de fevereiro. O mesmo aconteceu em 11 de fevereiro e 12 de fevereiro, porém, no Canadá e na fronteira entre EUA e Canadá, respectivamente.

A Casa Branca já negou o envolvimento da China com os últimos três objetos abatidos. Eles acreditam na possibilidade dos OVNIs serem usados para “fins comerciais” e “pesquisas”.