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Mundo

EUA: não há evidência de que últimos óvnis abatidos eram da China

EUA não encontrou provas para apontar objeto como aparato de espionagem ou da China. O governo afirma que os óvnis podem ter fins comerciais

14/02/2023 15:58, atualizado 14/02/2023 16:20
Peter Zay/Anadolu Agency via Getty Images
balão espião no céu dos Estados Unidos - Metrópoles

As autoridades dos Estados Unidos (EUA) afirmaram não ter indícios, até o momento, de que os três últimos objetos voadores não identificados (Óvnis) avistados no céu do país e derrubados pelas Forças Armadas norte-americanas no último fim de semana pertençam ao governo chinês ou sejam usados para espionagem.

O anúncio do porta-voz do Conselho de Segurança Nacional, John Kirby, ocorreu nesta terça-feira (14/2). Kirby afirma que existe a possibilidade de que os três objetos voadores não identificados tenham fins comerciais.

Em 4 de fevereiro, um balão chinês supostamente usado para espionagem foi abatido. Depois, no dia 10, um objeto foi derrubado enquanto sobrevoava o Alasca. O mesmo aconteceu nos dias 11 e 12, no Canadá e na fronteira entre EUA e Canadá, respectivamente.

Como eles podem estar “ligados a entidades comerciais ou de pesquisa” são considerados “benignos” pelo governo dos EUA. Para ele, essa justificativa “pode ​​emergir como uma explicação importante”.

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Atualmente, há uma grande tensão entre os Estados Unidos e a China, após a Força Aérea dos EUA derrubar suposto “balão espião” chinês. Nos últimos dias, quatro objetos voadores não identificados sobrevoaram os países, sendo três nos céus norte-americano e um no asiático.

Kirby ainda acusou o governo chinês de executar um “programa deliberado e bem financiado” ao usar balões de alta altitude e que são “difíceis de detectar” para espionar os Estados Unidos e outros países.

Já Pequim nega o uso de balões de espionagem. O governo do país afirma que o objeto abatido era utilizado em pesquisas meteorológicas.