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Mundo

Novo terremoto atinge o Japão nesta terça-feira (9/1)

O terremoto de magnitude 5,8 atingiu a região central do Japão. Apesar de moderado, o país tenta se recuperar do terremoto de 1º de janeiro

09/01/2024 08:55
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Tomohiro Ohsumi/Getty Images
Até o dia 5 de janeiro, mais de 120 pessoas tinham morrido por terremoto no Japão

Um terremoto de magnitude 5,8 atingiu a região central do Japão, entre a Península de Noto e a Ilha de Sado, na província de Niigata, nesta terça-feira (9/1), mas sem gerar grandes destruições, segundo informações da Agência Meteorológica do país. O número de mortos causados pelo fenômeno durante o Ano Novo (1º/1) já chega a 200, enquanto 362 pessoas seguem desaparecidas.

Não foram emitidos alertas de tsunami em decorrência ao tremor. Na grande parte do centro norte e da Ilha de Honshu, os tremores sentidos foram leves. Não há relatos de danos ou vítimas como resultado do terremoto desta terça-feira (9/1).

Apesar disso, este último fenômeno pode causar mais danos aos edifícios já enfraquecidos pelo terremoto inicial, bem como dificultar os esforços de recuperação em curso.

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A Península de Noto, na província de Ishikawa, foi atingida por um terremoto de magnitude 7,5 no dia de Ano-Novo
Tremor deixou residências destruídas
O terremoto foi seguido por uma série de tremores que desencadearam um alerta de tsunami na costa oeste do Japão
Autoridades estimam que milhares de pessoas ficaram desabrigadas
Até o dia 8 de janeiro, autoridades do Japão apontavam 161 mortos após terremoto.
Desastre danificiou estradas pelo país
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Desastre danificiou estradas pelo país

Buddhika Weerasinghe/Getty Images
A Península de Noto, na província de Ishikawa, foi atingida por um terremoto de magnitude 7,5 no dia de Ano-Novo
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A Península de Noto, na província de Ishikawa, foi atingida por um terremoto de magnitude 7,5 no dia de Ano-Novo

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Tremor deixou residências destruídas
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Tremor deixou residências destruídas

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O terremoto foi seguido por uma série de tremores que desencadearam um alerta de tsunami na costa oeste do Japão
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O terremoto foi seguido por uma série de tremores que desencadearam um alerta de tsunami na costa oeste do Japão

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Autoridades estimam que milhares de pessoas ficaram desabrigadas
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Autoridades estimam que milhares de pessoas ficaram desabrigadas

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Até o dia 8 de janeiro, autoridades do Japão apontavam 161 mortos após terremoto.
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Até o dia 8 de janeiro, autoridades do Japão apontavam 161 mortos após terremoto.

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Famílias buscam abrigo em locais improvisados
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Famílias buscam abrigo em locais improvisados

Annabelle Chih/GettyImages

Nos próximos dias, segundo autoridades locais, é provável que ocorram mais tremores, contudo, moderados.

A Agência Meteorológica do Japão (JMA) afirma que diminuiu as possíveis alterações no nível do mar devido ao terremoto ao longo da Península de Noto, Ilha de Sado e na costa do Mar do Japão na província de Niigata. Não se espera que as ondas atinjam mais de 0,2 metros de altura.

Mortos e desaparecidos

Nesta terça-feira (9/1), a polícia local começou a vasculhar o que sobrou de um mercado que foi devastado por um incêndio na província de Ishikawa após o grande terremoto do dia de Ano Novo. Autoridades afirmam que o número total de mortos já passa de 200.

Quanto aos desaparecidos, são mais de 300, também segundo autoridades locais. A neve, a chuva e a queda das temperaturas complicaram as operações de socorro. Ainda existem muitas comunidades isoladas, que sofrem com a incerteza da segurança.

Durante uma reunião governamental nesta terça-feira (9/1), o primeiro-ministro Fumio Kishida disse que a situação de socorro “ainda era muito difícil” devido aos tremores secundários, à queda de neve e às temperaturas congelantes.

“Há pessoas que ainda esperam por ajuda e não sabem se estão seguras ou não. Há pessoas que estão cada vez mais ansiosas em aldeias isoladas. Há famílias que continuam a rezar pela segurança dos seus entes queridos”, disse ele.


Kishida ordenou aos ministros que “resolvam a situação nas [comunidades] isoladas o mais rápido possível e continuem o tenaz esforço de resgate”.