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Mundo

Mulher usa medicamento inédito para beleza e fica com "rosto de múmia"

A mulher russa se submeteu ao procedimento porque seu então namorado dizia que ela estava envelhecendo

13/10/2021 10:14, atualizado 13/10/2021 12:52
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Svetlana

Uma mulher identificada como Svetlana, de 37 anos, afirma que seu rosto encolheu e ficou semelhante ao de uma múmia após um tratamento de beleza fracassado. De acordo com o jornal The Mirror, a mulher conta que se submeteu a uma cirurgia após ser instigada pelo médico a usar um medicamento inédito.

Conforme a publicação, ela teria sido aconselhada pelo profissional a remover antigos implantes de gel de levantamento injetando Longidaza, um medicamento russo aprovado recentemente em alguns países ocidentais.

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Ela ficou assim
A mulher usou um medicamento aprovado recentemente
Mas o resultado foi desastroso
Svetlana
A russa Svetlana era assim
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Ela ficou assim
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A mulher usou um medicamento aprovado recentemente
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A mulher usou um medicamento aprovado recentemente

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Mas o resultado foi desastroso
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Mas o resultado foi desastroso

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Svetlana
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Svetlana

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Contudo, o procedimento não deixou Sventlana nada contente. “Minha pele cedeu como um trapo, o rosto se afastou completamente do crânio”, desabafa. “É como se eu tivesse morrido, você se decompõe e vê isso todos os dias no espelho”.

Para a mulher, “é como se seu rosto estivesse derretendo”. Ela garante que seus relacionamentos foram arruinados e que “os médicos não sabem tratar”. O pior de tudo é que Sventlana se submeteu ao procedimento porque seu então namorado dizia que ela estava envelhecendo. O rapaz a deixou quando o tratamento de beleza deu errado.

Conforme a russa, os resultados negativos do Longidaza surgiram rapidamente — na noite após o procedimento. “Fui até o espelho e vi que meu rosto tinha começado a mudar. A pele sob meus olhos secou e caiu. A cada hora meu rosto estava mudando. Em três dias, não só a parte inferior do olho, mas também a pálpebra superior estava completamente seca”.

De acordo com o jornal britânico The Mirror, Sventlana foi informada dias depois que o Longidaza, um medicamento anti-cicatriz alergênico, estava “corroendo” os tecidos de sua pele.

Preocupada com a estética, a russa se submeteu a mais procedimentos, sem sucesso. Agora, a mulher luta na Justiça contra os responsáveis pelo tratamento fracassado. “Não se pode confiar cegamente nos médicos, mesmo com muitas qualificações”, lamenta.