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Mundo

Mercosul veta partição de Zelensky em encontro de líderes

Vice-chanceler do Paraguai anunciou a recusa e afirmou que todas as decisões do grupo são tomadas em consenso

20/07/2022 20:44, atualizado 20/07/2022 21:38
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Ukrainian Presidency / Handout/Anadolu Agency via Getty Images
Presidente da Ucrânia, Volodymir Zelensky, durante conferência virtual. Ele está sentado diante de uma mesa e usa um notebook, sorrindo- Metrópoles

Os governos dos países integrantes do Mercosul – Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai – negaram a participação por videoconferência do presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, no encontro de líderes agendado para ocorrer nesta quinta-feira (21/7).

A decisão foi anunciada pelo porta-voz da presidência temporária do bloco, nesta quarta-feira (20/7).

“Não houve consenso. Foi comunicado ao embaixador ucraniano na Argentina, presente no Paraguai”, anunciou, em coletiva de imprensa, o vice-ministro de Relações Exteriores do Paraguai, Raúl Cano.

Cano se recusou a indicar o país ou os países que se opuseram à participação de Zelensky.

O presidente Jair Bolsonaro (PL) não irá ao encontro de líderes do Mercosul e o Brasil será representado pelos ministros da Economia, Paulo Guedes, e das Relações Exteriores, Carlos França.

Acordo com Singapura

O acordo do Mercosul e Singapura foi assinado nesta quarta-feira (20/7). O governo federal prevê que o tratado poderá incrementar até R$ 28,1 bilhões no Produto Interno Bruto (PIB) entre 2022 e 2041.

Para o período, o Brasil prevê um aumento de R$ 21,2 bilhões nas exportações brasileiras para Singapura e de R$ 27,9 bilhões nas importações nos próximos 20 anos.

Em 2021, o bloco econômico exportou US$ 5,9 bilhões para Singapura e importou US$ 1,25 bilhão.