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Mundo

Menina de 9 anos é abusada pelo padrasto, engravida e não pode abortar

Assim que soube que estava sendo procurado pelo crime, o abusador fugiu de casa

Ataide de Almeida Jr.24/11/2017 18:13, atualizado 24/11/2017 18:41
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Menina de 9 anos é abusada pelo padrasto, engravida e não pode abortar
Menina de 9 anos é abusada pelo padrasto, engravida e não pode abortar

Um crime bárbaro chocou os moradores de Ventanilla, no Peru. Um padrasto estuprou a enteada de 9 anos e a engravidou. Ameaçada, a menina ficou com medo de contar para a mãe. Cinco meses depois, a mulher notou que a barriga da menina estava muito grande. Ao levá-la até o médico, acabou descobrindo a gravidez de cinco meses.

Segundo informações da imprensa local, o homem estuprava a menina cerca de 10 vezes por dia. Assim que soube que estava sendo procurado pelo crime, o abusador fugiu de casa, e agora é procurado pela polícia. Os médicos não recomendam o aborto, por trazer riscos de morte à menina.

Menina de 9 anos é abusada pelo padrasto, engravida e não pode abortar - destaque galeria
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Ameaçada por ele, não contou à mãe o ocorrido
A mãe percebeu que a barriga dela estava crescendo, e a levou ao hospital
Os exames mostraram que ela estava grávida de 5 meses
O padrasto sumiu de casa, e a menina não pode abortar por causa dos riscos de morte
A menina, de Ventanilla, Peru, foi estuprada diversas vezes pelo padrasto
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A menina, de Ventanilla, Peru, foi estuprada diversas vezes pelo padrasto

Ameaçada por ele, não contou à mãe o ocorrido
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Ameaçada por ele, não contou à mãe o ocorrido

A mãe percebeu que a barriga dela estava crescendo, e a levou ao hospital
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A mãe percebeu que a barriga dela estava crescendo, e a levou ao hospital

Os exames mostraram que ela estava grávida de 5 meses
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Os exames mostraram que ela estava grávida de 5 meses

O padrasto sumiu de casa, e a menina não pode abortar por causa dos riscos de morte
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O padrasto sumiu de casa, e a menina não pode abortar por causa dos riscos de morte

A família clama por justiça e pediu ajuda financeira ao governo, para custear tratamento psicológico para a menina. A ministra Ana María Choquehuanca, do Ministério da Mulher e Populações Vulneráveis, disse que vai tomar todas as medidas para dar assistência à jovem.