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Mundo

Mãe desabafa após dormir enquanto amamentava e bebê morrer

A causa da morte foi síndrome de morte súbita infantil, quando não há explicação sobre o ocorrido mesmo após a autópsia

17/10/2019 16:12, atualizado 19/10/2019 08:42
Mãe desabafa após dormir enquanto amamentava e bebê morrer
Mãe desabafa após dormir enquanto amamentava e bebê morrer

Uma mãe resolveu fazer um longo desabafo após a morte do próprio filho. Laurie Jade Woodruff, 30 anos, moradora de Derbyshire, Reino Unido, tinha um filho de 2 meses, Arthur, e o estava amamentando na cama. No entanto, adormeceu e quando acordou o menino estava sem vida ao lado dela.

Laurie correu para o hospital, mas os médicos nada puderam fazer. A causa da morte foi síndrome de morte súbita infantil, quando não há explicação sobre o ocorrido mesmo após a autópsia. A mãe passou um ano e meio se culpando pelo ocorrido. Depois, ela passou a aceitar que a morte de Arthur tinha um motivo.

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Ela foi amamentá-lo e adormeceu
Quando acordou, estava morto
Laurie conseguiu superar a perda
E teve outro filho
"Espero que outras pessoas que estão passando por momentos obscuros encontrem paz", disse
Laurie perdeu o filho quando ele tinha dois meses
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Laurie perdeu o filho quando ele tinha dois meses

Ela foi amamentá-lo e adormeceu
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Ela foi amamentá-lo e adormeceu

Quando acordou, estava morto
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Quando acordou, estava morto

Laurie conseguiu superar a perda
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Laurie conseguiu superar a perda

E teve outro filho
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E teve outro filho

"Espero que outras pessoas que estão passando por momentos obscuros encontrem paz", disse
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"Espero que outras pessoas que estão passando por momentos obscuros encontrem paz", disse

“Ele era um bebê lindo. Perfeito de várias maneiras. Tudo aconteceu quando estava amamentando ele na minha cama e dormi, mas continuei segurando. Depois ele escorregou para a cama e, quando vi, estava morto. Nenhuma mãe deveria passar por isso. Parecia que estava vivendo em um pesadelo cruel. Nada fazia sentido ou era justo.

Ainda de acordo com Laurie, antes da liberação do corpo, ela ia ao IML todos os dias para visitar o filho. “Minha família me disse que eu deveria parar, mas eu queria ficar perto dele”, afirmou.

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Com o passar do tempo, ela foi se recuperando e colocou na cabeça que se “podia suportar a dor da morte de um filho, poderia fazer tudo que queria”. Logo em seguida, nasceu o segundo filho e ela tomou todos os cuidados para que nada ocorresse de novo.

“Todos nós precisamos de ajuda nesses períodos obscuros das nossas vidas. Espero que outras pessoas superem isso e encontrem um propósito para suas vidas”, desabafou.