Maduro acusa presidente do Equador de narcotráfico junto com os EUA

A acusação de Maduro parte do período em que o Equador teve um aumento significativo de violência no país, com enfoque no tráfico

atualizado

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Imagem colorida mostra o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, coçando o queixo - Metrópoles
1 de 1 Imagem colorida mostra o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, coçando o queixo - Metrópoles - Foto: Carlos Becerra/Getty Images

O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, acusou o líder equatoriano, Daniel Noboa, de comandar o narcotráfico no país. A declaração ocorreu nessa segunda-feira (3/11) durante seu programa na TV estatal venezuelana, onde ele também afirmou que Noboa foi eleito sob fraude e que os EUA cooperam com o Equador no tráfico internacional de drogas.

“Toda a droga que se produz em Colômbia, em Peru e parte em Bolívia sai por Equador e sai nos barcos e nas empresas do presidente de Equador, que roubou as eleições através de fraude. Acho que se chama Daniel, não? Daniel, sim. Daniel Noboa”, afirmou.

O manifesto acontece em meio à escalada de tensões com os EUA, que bombardeiam embarcações próximo à costa da Venezuela sob o pretexto de combater o narcotráfico na rota marítima. Noboa tem afinidade política e ideológica com Donald Trump e, inclusive, declarou o Cartel de Los Soles, organização criminosa da Venezuela, como “grupo terrorista”.

No entanto, a acusação de Maduro parte do período em que Equador teve um aumento significativo de violência no país, tendo enfoque no tráfico de drogas, uma vez que, à época, criminosos expandiram operações se aproveitando de uma indústria bananeira do país para contrabandear ilícitos por meio das exportações de frutas, feitas em contêineres marítimos. Segundo o líder venezuelano, Noboa está envolvido e os EUA atuam em conjunto.

“Isso sabem os organismos de inteligência policial dos EUA, sabem a FBI, sabem a DEA, sabem os militares estadunidenses, sabem que tudo sai para os EUA pelo Pacífico e estão levando toda essa droga, como denunciou o presidente Gustavo Petro”, disse.

O governo norte-americano iniciou uma ofensiva contra o presidente da Colômbia, Gustavo Petro, após Trump apontá-lo como líder do tráfico internacional de drogas e cortar subsídios ao país.

A atitude surgiu após Petro acusar o líder norte-americano de assassinato nas operações navais dos EUA em águas internacionais do Caribe e do Oceano Atlântico. Desde então, Petro segue fazendo denúncias justificando que não tem envolvimento com o narcotráfico.

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