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Jornalista morre após atear fogo no próprio corpo em protesto na Rússia

O caso ocorreu em frente a um escritório do Ministério do Interior. Autoridades não emitiram declaração sobre o episódio

Repórter de Mundo02/10/2020 16:20
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Reprodução
Irina Islavina

A jornalista russa Irina Slavina ateou fogo no próprio corpo durante um protesto isolado em frente a um escritório do Ministério do Interior, na cidade de Nizhniy Novgorod. De acordo com a BBC, ela morreu.

O corpo da mulher, encontrado pelas autoridades locais, apresentava queimaduras graves. A polícia suspeita de que o suicídio tenha sido provocado por motivos ideológicos.

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Ela morreu em frente a um escritório político
A jornalista foi homenageada pelos colegas
Irina era acusada pela polícia de participar de um grupo pró-democrático
Irina Islavina era jornalista na Rússia
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Irina Islavina era jornalista na Rússia

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Ela morreu em frente a um escritório político
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Ela morreu em frente a um escritório político

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A jornalista foi homenageada pelos colegas
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A jornalista foi homenageada pelos colegas

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Irina era acusada pela polícia de participar de um grupo pró-democrático
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Irina era acusada pela polícia de participar de um grupo pró-democrático

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Isso porque, horas antes de morrer, Irina teria feito uma publicação no Facebook, na qual dizia: “Eu peço a você que culpe a Federação Russa pela minha morte”.

Ela também havia revelado que a polícia havia vasculhado sua casa em busca de documentos que a ligassem ao grupo pró-democrático Open Russia. As autoridades não emitiram declaração sobre a morte da jornalista.

Irina era editora-chefe de um site de notícias chamado Koza Press. No Twitter, ela foi homenageada por colegas de trabalho.