Jornalista dos EUA sequestrada no Iraque foi libertada, diz milícia
A jornalista Shelly Kittleson foi sequestrada há uma semana em Bagdá, no Iraque. Ele deve deixar o páis imediatamente
atualizado
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A jornalista norte-americana Shelly Kittleson, sequestrada no Iraque por um grupo miliciano ligado ao Irã, foi libertada nesta-terça feira (7/4). A informação foi divulgada pelo grupo que a sequestrou, o Kataib Hezbollah.
Shelley foi sequestrada na terça-feira passada (31/3). O chefe de segurança do grupo Kataib Hezbollah, Abu Mujahid Al-Asaf, afirmou que libertou a jornalista “em apreciação das posições patrióticas do primeiro-ministro”, com a condição de que ela deixe o Iraque imediatamente.
“Esta iniciativa não se repetirá nos próximos dias; estamos em estado de guerra travada pelo inimigo sionista-americano contra o Islã, e em situações como esta, muitas considerações deixam de existir”, diz o comunicado do chefe do Kataib Hezbollah.
O grupo divulgou, por meio de um canal no Telegram, um vídeo da jornalista em cativeiro, no qual ela fala que teria sido treinada por oficiais norte-americanos na Síria e na Ucrânia, e que teria coletado informações sobre grupos iraquianos para o governo dos Estados Unidos.
Veja:
⚡️Iraq’s Hezbollah Brigades air first ‘CONFESSION’ from abducted American journalist Shelly Kittleson
‘Trained by U.S. officers in Syria and Ukraine
Gathered intel on Iraqi resistance factions for US consulate
I trust the courageous men will free me — they respect women’ pic.twitter.com/Eupkdqj8MT
— RT (@RT_com) April 7, 2026
“Confio que homens corajosos e honrosos me libertarão, pois sou uma mulher e eles respeitam as mulheres”, conclui Shelly no vídeo.
Os Estados Unidos não confirmaram a informação.
