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Mundo

Homem tortura até a morte filho da namorada por achar que ele era gay

A Justiça começou a julgar o caso nesta semana. O rapaz obrigava o garoto a usar roupas femininas para fazer bullying

17/10/2017 17:53, atualizado 17/10/2017 18:00
Homem tortura até a morte filho da namorada por achar que ele era gay
Homem tortura até a morte filho da namorada por achar que ele era gay

A Justiça de Los Angeles, Califórnia, Estados Unidos, começou a julgar um crime bárbaro. Um homem é acusado de torturar e matar o filho da namorada de 8 anos por achar que o garoto era gay. Segundo a polícia, Isauro Aguirre cometeu uma série de atos brutais contra Gabriel Fernandez. A mãe também participou do crime.

Na ocorrência, consta que Isauro jogou spray de pimenta, forçou o garoto a comer as próprias fezes, colocou cigarro acesso na pele dele, bateu e atirou com uma arma para matá-lo. Segundo a defesa do autor do crime, John Allan, o acusado “é culpado, mas não houve tortura”. As informações são do Daily Mail.

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Isauro não gostava do menino porque achava que ele era gay
Segundo as autoridades, o garoto foi torturado antes de morrer
O namorado da mãe chegou a obrigar o menino a comer fezes
Por último, atirou e o matou
Gabriel Fernandez, 8 anos, foi brutalmente assassinado pelo namorado da mãe
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Gabriel Fernandez, 8 anos, foi brutalmente assassinado pelo namorado da mãe

Isauro não gostava do menino porque achava que ele era gay
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Isauro não gostava do menino porque achava que ele era gay

Segundo as autoridades, o garoto foi torturado antes de morrer
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Segundo as autoridades, o garoto foi torturado antes de morrer

O namorado da mãe chegou a obrigar o menino a comer fezes
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O namorado da mãe chegou a obrigar o menino a comer fezes

Por último, atirou e o matou
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Por último, atirou e o matou

No entanto, de acordo com os paramédicos que atenderam o garoto, foram encontrados vários danos no corpo do garoto que comprovavam a tortura.

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Ainda de acordo com o advogado, é verdade que ele vestia o garoto com roupas femininas e que não gostava de Gabriel por ele ser gay. No entanto, ainda de acordo com defesa, isso mostra que ele “era apenas uma pessoa que praticava bullying”. O crime ocorreu em 2013. A expectativa é que o julgamento dure, pelo menos, oito semanas. A mãe enfrentará a Corte em outro momento.