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Mundo

Hamas chama ataque a mísseis do Irã contra Israel de "heroico"

O Hamas pediu ainda que a população e os governos de outros países do Oriente Médio se unam para enfrentrar Israel

01/10/2024 16:18, atualizado 01/10/2024 19:00
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Arte/Metrópoles
Colagem mostra o aiatolá Ali Khamenei ao lado do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu - Metrópoles

O Hamas chamou o ataque a mísseis do Irã contra Israel, nesta terça-feira (1º/10), de “heroico”.

“Afirmamos que esta honrosa resposta iraniana é uma mensagem forte ao inimigo sionista e seu governo fascista que ajudará a deter e controlar seu terrorismo”, disse o Hamas em um comunicado.

O grupo palestino pediu ainda que a população e os governos do Oriente Médio se unam para enfrentar Israel.

Hamas chama ataque a mísseis do Irã contra Israel de “heroico” - destaque galeria
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Tel Aviv foi atingida por um número entre 200 e 500 mísseis
25 de setembro – Sirenes soaram em Tel Aviv, enquanto a defesa israelense interceptou, pela primeira vez dentro da capital de Israel, um míssil do Hezbollah. Por sua vez, bombardeios israelenses no Líbano deixaram 72 mortos
Israel encerrou viagens aéreas dentro e fora do país
Sirenes de alerta estão soando na cidade sagrada de Jerusalém e na capital de Israel
Céu de Tel Aviv durante os ataques
Ataque aéreo em Tel Aviv, capital de Israel
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Ataque aéreo em Tel Aviv, capital de Israel

Magen David Adom - Folheto/Anadolu via Imagens Getty
Tel Aviv foi atingida por um número entre 200 e 500 mísseis
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Tel Aviv foi atingida por um número entre 200 e 500 mísseis

Magen David Adom - Folheto/Anadolu via Imagens Getty
25 de setembro – Sirenes soaram em Tel Aviv, enquanto a defesa israelense interceptou, pela primeira vez dentro da capital de Israel, um míssil do Hezbollah. Por sua vez, bombardeios israelenses no Líbano deixaram 72 mortos
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25 de setembro – Sirenes soaram em Tel Aviv, enquanto a defesa israelense interceptou, pela primeira vez dentro da capital de Israel, um míssil do Hezbollah. Por sua vez, bombardeios israelenses no Líbano deixaram 72 mortos

Magen David Adom - Folheto/Anadolu via Imagens Getty
Israel encerrou viagens aéreas dentro e fora do país
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Israel encerrou viagens aéreas dentro e fora do país

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Sirenes de alerta estão soando na cidade sagrada de Jerusalém e na capital de Israel
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Sirenes de alerta estão soando na cidade sagrada de Jerusalém e na capital de Israel

Magen David Adom - Folheto/Anadolu via Imagens Getty
Céu de Tel Aviv durante os ataques
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Céu de Tel Aviv durante os ataques

Magen David Adom - Folheto/Anadolu via Imagens Getty
Pelo menos 200 mísseis foram disparados contra Israel
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Pelo menos 200 mísseis foram disparados contra Israel

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Ataque do Irã foi anunciado
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Ataque do Irã foi anunciado

Magen David Adom - Folheto/Anadolu via Imagens Getty
Israel afirmou, antes de ataque, estar de prontidão
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Israel afirmou, antes de ataque, estar de prontidão

Magen David Adom - Folheto/Anadolu via Imagens Getty

Ataque do Irã é resposta aos assassinatos de ex-líderes do Hamas e Hezbollah

O Exército dos Guardiões da Revolução Islâmica (IRGC), comandado pelo regime do Irã, informou que os ataques desta terça-feira contra Israel são uma resposta contra os assassinatos dos ex-líderes do Hamas e Hezbollah.

Em comunicado, o IRGC disse que disparou mísseis contra o território israelense após Israel violar a soberania do Irã ao assassinar o então chefe político do Hamas Ismail Haniyeh na capital Teerã.

Além disso, o exército iraniano alegou que a ofensiva é uma resposta contra “a intensificação dos males do regime [Israel] com o apoio dos Estados Unidos no massacre do povo do Líbano e de Gaza”, e pelo recente assassinato do chefe do Hezbollah Sayyed Hassan Nasrallah.

Por meio da missão iraniana na Organização das Nações Unidas (ONU), o regime do aiatolá Ali Khamenei classificou os ataques como uma ação “legal, racional e legítima”, e prometeu um “ataque esmagador” caso Israel decida responder aos ataques.

“Caso o regime sionista ouse responder ou cometer novos atos de malevolência, uma resposta subsequente e esmagadora acontecerá. Os estados regionais e apoiadores sionistas são aconselhados a separa-se do regime”, disse a missão do Irã na ONU em uma publicação no X, que o Metrópoles teve acesso por meio de fontes no exterior.