Governo Trump vai impedir "terroristas de extrema esquerda" nos EUA
De acordo com o secretário de Estado dos EUA, pessoas afiliadas a "grupo terroristas de extrema esquerda" vão enfrentar restrições de vistos

A administração Donald Trump proibirá que pessoas afiliadas a “grupos terroristas de extrema esquerda” entrem nos Estados Unidos. A medida foi anunciada nesta quinta-feira (16/7) pelo secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio.
O chefe da diplomacia dos EUA não deu maiores detalhes sobre a decisão. Rubio se limitou a dizer, em um comunicado, que “membros de grupos terroristas de extrema esquerda e outros grupos alinhados que apoiaram ou incitaram atos de terrorismo” enfrentarão restrições de vistos para entrar no país.
“Esta política protegerá o território americano, restringindo a entrada de estrangeiros que financiam, recrutam, incitam ou de qualquer outra forma apoiam redes terroristas, violentas e criminosas de extrema esquerda – fechando as vias de visto que terroristas de extrema esquerda e outros grupos aliados exploram para ameaçar vidas americanas, minar a estabilidade econômica e coordenar ações violentas em solo americano”, disse Rubio, conhecido por um dos nomes fortes da ala ideológica do governo dos EUA, e grande crítico a governos de esquerda.
Não está claro quem será afetado pela nova política migratória do governo Trump. Atualmente, grupos como Antifa Ost (Alemanha), Autodefesa de Classe Revolucionária (Grécia), Federação Anarquista Informal (Itália) e Exército de Libertação Nacional (Colômbia), integram a lista de Organização Terroristas Estrangeiras (FTOs).
As restrições foram divulgadas após Rubio liderar uma reunião nos EUA, que tratou sobre o que Washington classificou como o “ressurgimento do terrorismo político” da “extrema esquerda”.
Entre no canal de WhatsApp do MetrópolesSegundo o Departamento de Estado dos EUA, representantes de cerca de 70 países foram convidados para a conferência — incluindo o chanceler brasileiro, Mauro Vieira.
O ministro das Relações Exteriores, contudo, não compareceu ao evento promovido por Rubio. Conforme mostrou o Metrópoles, o chanceler do Brasil não viajou aos EUA pois já possuía compromissos em sua agenda.



