Futebol e guerra: hooligans e ultras se juntam ao combate na Ucrânia
O conflito na Ucrânia já dura três dias e, além de militares, civis e reservistas estão sendo mobilizados para o combate

Dias após o início da invasão Russa na Ucrânia, na madrugada da última quinta-feira (24/2), torcedores hooligans e ultras antifascistas de clubes do país decidiram participar, ativamente, do conflito.
Nas redes sociais, há relatos de diversas torcidas se armando para defender a Ucrânia. Nessa quinta-feira (24/2), o Ministério do Interior do país anunciou que 10 mil fuzis automáticos foram distribuídos a civis na capital Kiev. Além disso, o governo ucraniano convocou recrutas e reservistas a ir para a frente de batalha.
Nas redes sociais, há registros de hooligans antifascistas do Dinamo de Kiev, Metalist e Dinamo Minsk e Arsenal de Kiev se preparando para o combate no país, que já enfrenta o quarto dia de guerra.
Unindo o movimento antifascista ao futebol, os Antifa Hooligans são caracterizados, principalmente, por seu forte posicionamento contra o racismo, fascismo e o combate a ideologias supremascistas, além do uso da força para defender seus ideais.































