Furacão Melissa mata pelo menos 29 pessoas e avança rumo às Bermudas

O Centro Nacional de Furacões dos Estados Unidos (NHC, na sigla em inglês) informou que o furacão “está em vigor para as Bermudas”

atualizado

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1 de 1 Imagem colorida do resultado do furacão Melissa - Foto: Guerinault Louis/Anadolu via Getty Images

O furacão Melissa devastou o norte do Caribe, após deixar um rastro de destruição na Jamaica, em Cuba e no Haiti, resultando na morte de pelo menos 29 pessoas. O fenômeno meteorológico agora segue em direção às Bermudas, avançando pelo oceano aberto nesta quinta-feira (30/10).

O Centro Nacional de Furacões dos Estados Unidos (NHC, na sigla em inglês) informou que o furacão “está em vigor para as Bermudas, onde as condições começarão a se deteriorar rapidamente no fim da tarde e durante a noite, com ventos fortes persistindo por grande parte da madrugada”.

Do total de mortos, 25 são do Haiti, e quatro, da Jamaica, segundo a imprensa internacional. A previsão é que Melissa continue avançando antes de enfraquecer na sexta-feira (31/10).

Jamaica

O furacão, de categoria 5, atingiu a Jamaica na última terça-feira (28/10), e é considerado o mais forte a atingir o país. As mortes aconteceram em decorrência do fenômeno climático, que provocou ventos destrutivos, marés de tempestade e inundações catastróficas.

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Imagem de satélite do furacão Melissa imagem, capturada pela missão Copernicus Sentinel-3 em 26 de outubro
Furacão Melissa
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Furacão Melissa

NOAA/via Getty Imagens
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Copernicus Data/ESA

Devido à destruição, o Ministério das Relações Exteriores da França anunciou que enviará ajuda humanitária à Jamaica.

Desde quarta-feira (29/10), Cuba tem limpado as ruas inundadas e cobertas de destroços. O presidente cubano, Miguel Díaz-Canel, afirmou que o furacão causou “danos consideráveis”. Partes de casas desabaram, telhados de zinco ficaram retorcidos pelos ventos, e a cidade está sem eletricidade, após a queda de muitos postes.

O furacão foi considerado o mais poderoso a atingir terra firme em 90 anos.

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