EUA: governador volta atrás após divulgar morte de guardas em tiroteio
Patrick Morrisey corrigiu informação inicial sobre morte de dois guardas nacionais baleados perto da Casa Branca
atualizado
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O governador da Virgínia Ocidental, o republicano Patrick Morrisey, corrigiu nesta quarta-feira (26/11) a informação de que dois agentes da Guarda Nacional haviam morrido em um tiroteio perto da Casa Branca. Minutos após divulgar o suposto óbito, em post nas redes sociais, ele afirmou que os dados sobre o estado dos militares eram contraditórios e que ainda não havia confirmação oficial.
“Estamos recebendo informações contraditórias sobre o estado de saúde de nossos dois membros da Guarda Nacional e forneceremos atualizações adicionais assim que tivermos dados mais completos. Nossas orações estão com esses bravos militares, suas famílias e toda a comunidade da Guarda Nacional”, declarou.
Suspeito preso
Segundo publicou o presidente Donald Trump nas redes sociais, um suspeito foi detido e está “gravemente ferido”. Ele classificou o atirador como “um animal” e afirmou que ele “pagará um preço muito alto”.
Por precaução, a Casa Branca foi isolada, e o aeroporto de Washington suspendeu voos por cerca de meia hora até que a situação fosse controlada.
Tropas da Guarda Nacional têm atuado em Washington, D.C., há meses como parte da ofensiva do presidente Donald Trump para endurecer o combate ao crime na capital — estratégia ampliada recentemente para outras cidades, como Chicago.
Mobilização federal
O diretor do FBI, Kash Patel, afirmou que a corporação está atuando diretamente na investigação. A secretária de Segurança Interna dos EUA, Kristi Noem, declarou que o Departamento de Segurança Interna trabalha em conjunto com forças policiais locais para esclarecer o caso.
Equipes da Força-Tarefa Conjunta de Washington também foram acionadas, e autoridades municipais seguem monitorando o cenário. Um porta-voz da prefeita Muriel Bowser afirmou que o governo local está “acompanhando de perto” a ocorrência.






