Em reunião do Brics, Lula e Xi concordam sobre solução para a Ucrânia

Líderes do Brasil e China defenderam uma solução que envolva a participação dos dois países

atualizado

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1 de 1 Imagem colorida mostra Xi Jinping e Lula - Metrópoles - Foto: VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES

Durante reunião virtual com líderes do Brics, os presidentes Luiz Inácio Lula da Silva (PT), do Brasil, e Xi Jinping, da China, concordaram em uma solução para o conflito na Ucrânia que considere um acordo envolvendo as duas partes. Os países lideram a iniciativa Amigos da Paz, que busca uma resolução para a guerra no Leste Europeu.

“No que se refere à Ucrânia, é preciso pavimentar caminhos para uma solução realista que respeite as legítimas preocupações de segurança de todas as partes. O encontro no Alasca [entre os presidentes Vladimir Putin e Donald Trump] e seus desdobramentos em Washington são passos na direção correta para pôr fim a esse conflito”, disse Lula durante discurso.

De acordo com a agência de notícias Sputnik, a proposta do presidente brasileiro foi endossada pelo líder chinês. “O presidente Lula falou sobre a crise ucraniana e o conflito na Faixa de Gaza. Concordo com a posição do Brasil, tenho certeza de que estamos todos unidos nessas questões”, disse o líder chinês.

Participaram do encontro desta segunda-feira (8/9), líderes de China, Egito, Indonésia, Irã, Rússia, África do Sul, além do príncipe herdeiro dos Emirados Árabes Unidos, do chanceler da Índia e do vice-ministro das Relações Exteriores da Etiópia. A reunião foi convocada pelo chefe do Planalto após o tarifaço imposto pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

Ao longo da reunião, Lula fez críticas às taxas aplicadas pelo republicano. “Nossos países se tornaram vítimas de práticas comerciais injustificadas e ilegais. A chantagem tarifária está sendo normalizada como instrumento para conquista de mercados e para interferir em questões domésticas. A imposição de medidas extraterritoriais ameaça nossas instituições. Sanções secundárias restringem nossa liberdade de fortalecer o comércio com países amigos”, disse.

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