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Obama elogia acordo para elevar teto da dívida nos EUA

Por 64 votos a 35, os senadores aprovaram o projeto, que poupa os EUA do risco de um default catastrófico e da paralisação parcial das atividades do governo

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General assembly 70th session – 28 September – AM session USA Obama
1 de 1 General assembly 70th session – 28 September – AM session USA Obama - Foto: Loey Felipe/ONU

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, confirmou hoje que assinará o projeto orçamentário aprovado nesta madrugada no Senado, relativo aos próximos dois anos. Segundo ele, com a nova lei, os EUA podem dar um passo para superar um ciclo de congelamentos pontuais nos gastos públicos e de “crises fabricadas”, que prejudicam a economia.

Por 64 votos a 35, os senadores aprovaram o projeto, que poupa os EUA do risco de um default catastrófico e da paralisação parcial das atividades do governo. O governista Partido Democrata se aliou com alguns membros do Partido Republicano, para superar a oposição dos mais conservadores. Obama negociou o acordo, já aprovado nesta semana pela Câmara dos Representantes, com líderes do Congresso.

Com a aprovação do teto da dívida maior, os dois partidos podem se concentrar mais na corrida eleitoral. Os líderes republicanos temiam que o fracasso em avançar sobre esse ponto poderia tirar votos da oposição. Prestes a deixar o cargo, o presidente da Câmara dos Representantes, John Boehner, fez do tema sua prioridade. A partir desta quinta-feira, o presidente da Câmara será o também republicano Paul Ryan.

Em comunicado divulgado nesta sexta-feira pela Casa Branca, Obama disse que o acordo mostra que o Congresso pode “ajudar, não obstruir” o progresso do país. Ele pediu que os congressistas trabalhem para avançar em outras medidas de gastos no futuro, sem se apegar a divisões ideológicas “que não têm espaço no processo orçamentário”.

O acordo prevê que o teto da dívida do governo seja elevado até março de 2017. Ao mesmo tempo, o orçamento do governo nos anos fiscais de 2016 e 2017 foi definido, com alguns limites de gastos afrouxados, o que resultou em mais US$ 80 bilhões em programas domésticos e militares no total. O maior gasto militar agradou aos mais conservadores em defesa, enquanto o maior investimento em programas no país era uma demanda dos democratas.

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