De helicóptero, militares dos EUA tomam mais um petroleiro no Caribe
O petroleiro Olina foi interceptado pelas forças norte-americanas. A apreensão foi feita nesta sexta-feira (9/1)
atualizado
Compartilhar notícia
A Guarda Costeira dos Estados Unidos e uma equipe da Marinha do país abordaram e apreenderam mais um petroleiro, desta vez no Mar do Caribe, nesta sexta-feira (9/1). A apreensão ocorreu um dia após a abordagem ao navio-tanque Marinera, anteriormente chamado Bella I, ligado à Venezuela. “Não há refúgio seguro para criminosos”, postou o governo Trump após a ação. Veja:
Once again, our joint interagency forces sent a clear message this morning: “there is no safe haven for criminals.”
In a pre-dawn action, Marines and Sailors from Joint Task Force Southern Spear, in support of the Department of Homeland Security, launched from the USS Gerald R.… pic.twitter.com/StHo4ufcdx
— U.S. Southern Command (@Southcom) January 9, 2026
O petroleiro Olina é o mais recente a ser apreendido pelas forças norte-americanas como parte da decisão do presidente Donald Trump de controlar as exportações da Venezuela. Na ação, os militares americanos chegam de helicóptero e, fortemente armados, tomam a embarcação.
“A Operação Southern Spear do Departamento de Guerra mantém-se firme em sua missão de defender nossa pátria, pondo fim às atividades ilícitas e restaurando a segurança no Hemisfério Ocidental”, disse o governo dos EUA em uma postagem nas redes sociais.
Nessa quinta-feira (8/1), a Guarda Costeira havia apreendido o navio Marinera, em cumprimento a um mandado expedido por um tribunal federal dos Estados Unidos. A embarcação navegava sob bandeira russa e era alvo de sanções do Departamento do Tesouro norte-americano.
Negociações
Poucos dias após a queda de Nicolás Maduro, o novo governo da Venezuela, liderado por Delcy Rodríguez, já começa a dar sinalizações positivas aos Estados Unidos. Entre elas, negociações sobre o petróleo venezuelano, mudanças comerciais e acenos relacionados aos direitos humanos no país.
Maduro está fora do poder desde em 3 de janeiro, quando foi capturado pelos EUA e levado ao país para responder por acusações ligadas ao tráfico de drogas.
