Coronavírus: bebês de barriga de aluguel ficam presos na Ucrânia

Pandemia fechou as fronteiras do país e cerca de cem recém-nascidos não puderam ser buscados pelos pais

atualizado

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1 de 1 recém-nascido - Foto: FreePik

Pelo menos cem bebês nascidos de barriga de aluguel estão presos na Ucrânia. Segundo autoridades locais, os pais não podem buscá-los em razão do fechamento das fronteiras causado pela pandemia de coronavírus.

“Mais de cem bebês estão esperando seus pais em vários centros médicos da Ucrânia”, afirmou Liudmyla Denysova, comissária de direitos humanos do Parlamento ucraniano, citando estimativas de uma clínica de Kiev especializada em fertilização.

“Se o confinamento for prolongado, outras crianças nascerão e o número total pode chegar a mil.” Atualmente, esta clínica hospedou em um hotel da capital 51 bebês de pais estrangeiros nascidos desde o fechamento das fronteiras ucranianas, em março.

Apenas 15 estão com os pais, que puderam entrar no país antes de o governo decretar a quarentena no país. “Lá está tudo bem. O lugar é limpo. Existem câmeras que os funcionários usam para se comunicar com os pais e se comunicar com os filhos”, disse Denysova, que garantiu que cada bebê será entregue aos pais o mais rápido possível.

Em razão da pandemia de coronavírus, pais estrangeiros precisam de uma autorização especial para entrar na Ucrânia, emitida pelo governo local a pedido das chancelarias de seus países de origem. No entanto, algumas embaixadas ainda não se manifestaram e a questão segue sem solução.

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Máscaras de proteção contra o coronavírus
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O uso de máscara é obrigatório em locais fechados
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Lugares públicos, como o Metrô-DF, são higienizados preventivamente contra o novo coronavírus
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Metrô faz limpeza preventiva contra o novo coronavírus durante a madrugada
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Metrô faz limpeza preventiva contra o novo coronavírus durante a madrugada

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A maioria dos pais é da França, segundo artigo recente do jornal Le Monde, onde a barriga de aluguel é proibida. A Ucrânia é um destino cada vez mais frequente para pais que desejam reprodução assistida, principalmente em razão do preço baixo da fertilização: 28 mil euros (cerca de R$ 175 mil).

No entanto, pela lei ucraniana, somente casais comprovadamente heterossexuais e inférteis podem realizar o procedimento.

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