Como Brasil, Argentina rechaça fazer sanções à Rússia por guerra

Ministro das Relações Exteriores argentino afirmou que país não vê sanções como um “mecanismo para gerar a paz, harmonia ou diálogo franco”

atualizado

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REGIÃO DE BELGOROD, RÚSSIA - 26 DE FEVEREIRO DE 2022: Uma coluna de veículos militares russos é vista perto da vila de Oktyabrsky, região de Belgorod, perto da fronteira russo-ucraniana. No início de 24 de fevereiro, o presidente da Rússia, Putin, anunciou sua decisão de lançar uma operação militar especial depois de considerar os pedidos dos líderes da República Popular de Donetsk e da República Popular de Lugansk
1 de 1 REGIÃO DE BELGOROD, RÚSSIA - 26 DE FEVEREIRO DE 2022: Uma coluna de veículos militares russos é vista perto da vila de Oktyabrsky, região de Belgorod, perto da fronteira russo-ucraniana. No início de 24 de fevereiro, o presidente da Rússia, Putin, anunciou sua decisão de lançar uma operação militar especial depois de considerar os pedidos dos líderes da República Popular de Donetsk e da República Popular de Lugansk - Foto: Anton VergunTASS via Getty Images

O governo argentino se negou a impor sanções contra a Rússia devido à invasão da Ucrânia. A declaração foi dada pelo ministro das Relações Exteriores da Argentina, Santiago Cafiero, nessa quinta-feira (3/3).

“A Argentina não considera sanções unilaterais como um mecanismo para gerar a paz, harmonia ou diálogo franco que serve para salvar vidas”, disse Cafiero.

Na visão do político, sanções por parte da Argentina teriam pouco impacto na economia russa. “A Argentina não possui uma interdependência econômica forte com a Rússia”, completou.

Cafiero, no entanto, ressaltou que o país segue aceitando refugiados da Ucrânia.

Sanções

O presidente Jair Bolsonaro (PL) também rechaçou adotar qualquer sanção contra a Rússia e destacou que manterá neutralidade quanto ao conflito no Leste Europeu a fim de evitar problemas para o Brasil. O chefe de Estado brasileiro optou por não fazer nenhuma crítica ao homólogo russo, Vladimir Putin.

O governo russo chegou a reclamar das sanções econômicas internacionais impostas como retaliação à invasão da Ucrânia. Uma representante do Kremlin chamou de “histeria” as reações.

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Jovens ucranianos fazem barricada em Kiev, capital da Ucrânia
Civis constroem barricadas de ferro e armadilhas para bloquear veículos blindados e ajudar a defender a cidade em meio a ataques russos em Lviv, Ucrânia
Ponte destruída pelos próprios ucranianos para evitar avanço russo
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DNIPRO, UKRAINE - MARCH 02: People wait to depart to Lviv by train on the 7th day since start of large-scale Russian attacks in the country, in Dnipro, Ukraine on March 02, 2022. (Photo by Andrea Carrubba/Anadolu Agency via Getty Images)
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Andrea Carrubba/Anadolu Agency via Getty ImageAndrea Carrubba/Anadolu Agency via Getty Images)

Na semana passada, em pronunciamento transmitido ao vivo de Moscou, Maria Zakharova, porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da Rússia criticou as medidas.

“Essa histeria contra a Rússia nos obriga dizer algo a respeito. Somos vítima da cultura de cancelamento”, iniciou. Zakharova disse que o país vai responder, mas não adiantou o que seria.

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