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Chefe da Guarda Revolucionária do Irã manda aviso a Trump e Netanyahu

General Mohammad Pakpour, chefe da Guarda Revolucionária do Irã (IRGC), disse que país está pronto para “reação decisiva” se for atacado

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1 de 1 Imagem colorida mostra o chefe da Guarda Revolucionária do Irã - Metrópoles - Foto: Divulgação/Tasnim News Agency

O comandante da Guarda Revolucionária do Irã (IRGC), general Mohammad Pakpour, afirmou que o país está pronto para uma “reação decisiva”, caso a soberania iraniana seja atacada. A declaração do militar aconteceu nesta quarta-feira (14/1).

No comunicado, divulgado pela mídia estatal do país, Pakpour afirmou que Donald Trump e Benjamin Netanyahu são culpados pela onda de manifestações no Irã, e a consequente morte de civis e “defensores da segurança do país”.

Assim como já haviam feito outras autoridades, como o próprio aiatolá Ali Khamenei, o militar acusou os Estados Unidos e Israel de estarem por trás das manifestações no Irã.

“O poderoso Corpo de Guardiões do povo está em plena prontidão para uma reação decisiva ao erro de cálculo do inimigo e dos mercenários internos, com características do Daesh [Estado Islâmico]”, afirmou o chefe da IRGC. “A sagrada união do povo iraniano anula os planos delirantes dos governantes da Casa Branca e de Tel Aviv contra o Irã”.

Desde o início dos atos, no fim de 2025, o atual governo do Irã afirma que Washington tem financiado agitadores de dentro do próprio país para organizarem protestos violentos. As acusações surgiram após o presidente norte-americano, Donald Trump, ameaçar intervir no Irã em meio às manifestações. Nas ruas, a principal cobrança de civis diz respeito a crise econômica e as condições de vida no país.

Até o momento, relatos indicam que mais de 2,4 mil pessoas já morreram em 17 dias de manifestações, entre civis e forças de seguranças iranianas. Dados da organização Ativistas de Direitos Humanos no Irã (HRA) ainda apontam que 18,434 iranianos já foram detidos por conta dos protestos.

Um deles, identificado como Erfan Soltani, deverá ser executado nesta quarta-feira (14/1) após um julgamento rápido, e contestado pela família e organizações ligadas aos direitos humanos. Ele foi preso no último dia 8 de janeiro.

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