Casa Branca nega uso de armas nucleares após insinuações de JD Vance

Casa Branca reage à fala de vice de Trump, JD Vance, e critica publicação dele que sugeria opção nuclear contra o Irã

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Vice-presidente dos EUA JD Vance
1 de 1 Vice-presidente dos EUA JD Vance - Foto: Tasos Katopodis/Getty Images

A Casa Branca negou, nesta terça-feira (7/4), que o governo de Donald Trump esteja considerando o uso de armas nucleares contra o Irã, após declarações do vice-presidente JD Vance, durante agenda oficial na Hungria, gerarem interpretações sobre uma possível escalada nesse sentido.

A controvérsia começou após Vance afirmar que os Estados Unidos possuem “ferramentas à disposição” que ainda não foram utilizadas, acrescentando que o presidente poderá decidir empregá-las caso Teerã não mude a conduta.

Em resposta a uma publicação nas redes sociais que sugeria que o vice-presidente teria insinuado o uso de armas nucleares, a Casa Branca reagiu de forma direta.

Em postagem na conta oficial de atualizações sobre a Casa Branca, o governo afirmou que “nada do que o vice-presidente disse insinua isso, seus completos bobões”, criticando duramente a interpretação. Veja:

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Escalada militar no Oriente Médio

Apesar da negativa, o tom das declarações de autoridades norte-americanas elevou a tensão internacional. Na manhã desta terça-feira, o próprio Trump publicou que “uma civilização inteira morrerá esta noite”, intensificando o clima de incerteza às vésperas do prazo final dado ao governo iraniano.

Segundo Vance, a expectativa da Casa Branca era receber uma resposta de Teerã até as 20h desta terça-feira (horário de Brasília).

Ele afirmou esperar um desfecho que permita a retomada do fluxo energético global, destacando a importância de garantir o abastecimento de petróleo e gás.

O episódio ocorre em meio a uma das fases mais críticas da atual escalada no Oriente Médio. O ultimato dos Estados Unidos está diretamente ligado à exigência de reabertura do Estreito de Ormuz, rota estratégica por onde passa cerca de 20% do petróleo mundial.

O Irã rejeitou as condições, classificando-as como “ilógicas” e reiterando que não negocia sob pressão.

A tensão foi agravada por ações militares atribuídas a Israel, que anunciou ataques a estruturas estratégicas iranianas, incluindo pontes e complexos petroquímicos em cidades como Teerã e Tabriz.

Em resposta, o presidente iraniano, Masoud Pezeshkian, afirmou que milhões de iranianos estão dispostos a defender o país, enquanto membros da Guarda Revolucionária elevaram o tom ao mencionar a capacidade de causar destruição em larga escala.

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