Após taxação, Eduardo Bolsonaro pede que brasileiros agradeçam a Trump

Deputado licenciado diz que a taxa de 50% imposta pelos EUA ao Brasil é resultado dos “abusos” do ministro Alexandre de Moraes no STF

atualizado

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Deputado Eduardo Bolsonaro PL-SP é entrevistado no estúdio Metrópoles
1 de 1 Deputado Eduardo Bolsonaro PL-SP é entrevistado no estúdio Metrópoles - Foto: VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto

O deputado federal licenciado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) usou as redes socais para pedir que os brasileiros agradeçam ao presidente dos Estados Unidos Donald Trump. O pedido acontece após o líder norte-americano anunciar a taxação de 50% das exportações de produtos do Brasil para os Estados Unidos.

O parlamentar licenciado afirmou que agora “vamos rumo à lei Magnistky”.

“Povo brasileiro, vamos fazer o mundo ouvir a nossa voz. Coloque o seu agradecimento ao Presidente Donald Trump abaixo e vamos rumo à lei Magnistky”, disse Bolsonaro.

Eduardo Bolsonaro e seus aliados estão mobilizando esforços junto ao Congresso norte-americano para que a Lei Magnitsky seja usada com o objetivo de propor sanções contra autoridades acusadas de violar liberdades individuais de cidadãos americanos ou de pessoas em território dos EUA. Um dos principais alvos da iniciativa é o ministro do Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), cujas decisões têm sido criticadas por setores da oposição no Brasil.

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Eduardo Bolsonaro planeja deixar o PL para disputar a Presidência em 2026
O deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP)
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Eduardo Bolsonaro critica "tolos que gritam" contra bandeira dos EUA
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O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) esta de licença nos Estados Unidos
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Taxação

Após Donald Trump anunciar uma tarifa adicional de 50% sobre produtos brasileiros, uma deputada americana apelou ao presidente dos Estados Unidos para impor logo sanções ao ministro do STF Alexandre de Moraes.

O apelo ao chefe da Casa Branca foi feito nesta quarta-feira (9/7) pela deputada María Elvira Salazar, uma das parlamentares republicanas que mantém boa relação com bolsonaristas.

A deputada pediu que que o governo Trump “imponha imediatamente sanções globais Magnitsky a Alexandre de Moraes”, o que incluiria revogar o visto e congelar os bens do ministro do STF nos Estados Unidos.

Moraes

De acordo com o parlamentar brasileiro, nada disso ocorreria sob a presidência do pai, Jair Bolsonaro (PL), e a taxação é resultado dos “abusos” do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).

“Nos últimos meses, temos mantido intenso diálogo com autoridades do governo do presidente Trump — sempre com o objetivo de apresentar, com precisão e documentos, a realidade que o Brasil vive hoje. A carta do presidente dos Estados Unidos apenas confirma o sucesso na transmissão daquilo que viemos apresentando com seriedade e responsabilidade”, diz Eduardo Bolsonaro em nota.

Na visão do parlamentar, a decisão do presidente Trump é clara: “O relacionamento comercial, diplomático e institucional com o Brasil deixou de ser equilibrado e benéfico aos EUA. E precisa ser reavaliado à luz dos abusos cometidos por seus dirigentes”.


Trump, tarifas, Brasil e Bolsonaro

  • Trump tem ameaçado o mundo com a imposição de tarifas comerciais, desde o início do mandato, e tem dado atenção especial ao grupo do Brics e ao Brasil.
  • O presidente norte-americano chegou a ameaçar taxas de 100% aos países membros do bloco que não se curvassem aos “interesses comerciais dos EUA”.
  • Após sair em defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), Trump ameaçou aumentar as tarifas sobre exportações brasileiras.
  • Nesta quarta-feira (9/7), o líder norte-americano alegou que o Brasil não está “sendo bom” para os EUA.

Eduardo também disse que o presidente dos EUA entendeu que Alexandre de Moraes só pode agir com o respaldo de um “establishment político, empresarial e institucional que compactua com sua escalada autoritária”.

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