Suspeitos de matar irmãos durante ataque em bar de BH são presos

Dois homens foram até um bar e dispararam contra dois irmãos, que morreram no local; investigação aponta ligação com o tráfico de drogas

atualizado

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Belo Horizonte — Dois homens, de 28 e 24 anos, foram presos na noite dessa quinta-feira (23/4) suspeitos de participação no ataque a tiros que deixou dois irmãos mortos e quatro pessoas feridas em um bar na região da Pampulha, em Belo Horizonte. Segundo a Polícia Militar, um deles foi o motorista da fuga e o outro um dos atiradores.

O crime aconteceu na madrugada de terça-feira (21), na Avenida Guarapari, no Bairro Santa Amélia. Na ocasião, dois homens, de 38 e 35 anos, morreram após serem atingidos por disparos dentro do estabelecimento. Outras quatro pessoas ficaram feridas.

Segundo a PM, as prisões são resultado de levantamentos feitos após o atentado. Além dos dois detidos, outros três suspeitos — de 31, 26 e 43 anos — foram identificados como envolvidos na ação.

Imagens de câmeras de segurança registraram o momento em que um veículo Ford Ka branco se aproxima do local. Três homens estavam no carro: dois desceram e efetuaram os disparos, enquanto o terceiro permaneceu ao volante.

Apreensões e ligação com o tráfico

Durante diligências em três endereços ligados aos suspeitos, os militares apreenderam 108 buchas de maconha, R$ 556 em dinheiro, munições de calibres .38 e 9mm, uma pistola Taurus 9mm modelo G3, um revólver calibre .38 e uma motocicleta Honda CB300R.

De acordo com a polícia, os investigados seriam integrantes de uma organização criminosa que atua no tráfico de drogas no Aglomerado Vila Nova, na região nordeste da capital.

A principal linha de investigação aponta que o ataque foi motivado por um desentendimento interno entre membros do grupo, que teria desencadeado uma disputa pelo controle da venda de entorpecentes.

Ainda conforme os relatos, ao descobrirem a localização dos rivais, os suspeitos foram até o bar em um veículo clonado e abriram fogo contra as vítimas.

O caso segue sob investigação da Polícia Civil de Minas Gerais, que apura a participação dos demais envolvidos e busca esclarecer todos os detalhes do crime.

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