PT fala em desistência, mas Pacheco ainda quer conversar com Lula

Presidente do PT, Edinho Silva, afirmou que Rodrigo Pacheco já o informou que não disputará o governo de MG; senador evita cravar decisão

atualizado

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Rodrigo Pacheco durante sessão Solene destinada à entrega da medalha Grã-Cruz da Ordem do Congresso Nacional ao Ministro do Supremo Tribunal Federal Luiz Fux 13
1 de 1 Rodrigo Pacheco durante sessão Solene destinada à entrega da medalha Grã-Cruz da Ordem do Congresso Nacional ao Ministro do Supremo Tribunal Federal Luiz Fux 13 - Foto: Igo Estrela/Metrópoles

Belo Horizonte — O presidente nacional do Partido dos Trabalhadores (PT), Edinho Silva, afirmou na manhã desta terça-feira (19/5) que o senador Rodrigo Pacheco (PSB-MG) decidiu não ser candidato ao governo de Minas Gerais. O parlamentar, contudo, evita cravar a desistência e ainda aposta em uma conversa com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para definir a situação.

O parlamentar era o nome favorito do presidente Lula na disputa ao Palácio Tiradentes, visto como um nome de peso para dar sustentação à candidatura do petista à Presidência da República em Minas.

“Nós estávamos trabalhando com a candidatura do Rodrigo Pacheco. Infelizmente, ele optou por não ser candidato. Nós reabrimos o diálogo em Minas Gerais, estamos conversando com várias lideranças em Minas e tenho certeza que vamos construir uma candidatura forte, com palanque forte em Minas”, afirmou Silva ao podcast Warren Política.

Apesar da afirmação, interlocutores ligados a Pacheco afirmaram que ele ainda deve se reunir com Lula para tratar da decisão, mas a conversa ainda não tem data marcada para acontecer. Petistas vêm esse encontro como a derradeira chance de convencer o pessebista. As lideranças do Partido dos Trabalhadores de Minas Gerais vão se reunir para deliberar sobre a situação.

Segunda opção

Desde meados de 2025, o presidente vem falando publicamente sobre a sua preferência pelo senador. Contudo, com a eleição se aproximando, o político se mostra reticente em ter uma candidatura competitiva em meio a dificuldade de arregimentar apoio de legendas mais ao centro.

Com a desistência de Pacheco praticamente sacramentada, o apoio do partido passa a ser cortejado por diferentes nomes. Entre os pré-candidatos, o nome do ex-prefeito de Belo Horizonte, Alexandre Kalil (PDT), é um dos ventilados a receber o apoio.

Além dele, aparecem os nomes do empresário e ex-presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Josué Gomes (PSB-MG), e do ex-procurador-geral de Justiça, Jarbas Soares Júnior (PSB-MG). Figuras de dentro do PT também tem seus nomes ventilados, como o ex-deputado estadual André Quintão e a pré-candidata ao Senado, Marília Campos.

Apesar de estar na mira para a disputa, Marília Campos já afirmou, em diversas oportunidades, que não quer concorrer ao cargo de governadora.

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